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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Como conseguir uma Câmara LifePro por 60 reais? (Válido até dia 31 de julho de 2015)

Como já sabem me dedico a procurar ofertas na internet e a experimentar todos os métodos possíveis para poupar online. Hoje eu me deparei com uma impressionante, e digo impressionante porque acabei ganhando o dobro!

Graças a esta oferta consegui uma câmara LifePro e mais um relógio por 60 reais, ao mesmo tempo que me consegui juntar à PROTESTE durante um ano!
Sim, você ouviu bem, uma câmara de ação LifePro e um relógio! Além disso, posso disfrutar de acesso ilimitado à Proteste.

Testando a Câmara

Estive usando a câmara durante dias e a verdade é que funciona muito bem, os vídeos são HD e as cores muito ivas, além de que é muito pequena e a posso levar no bolso para qualquer lado!
O modelo incluí um invólucro para a poder utilizar debaixo de água, adaptadores para a bicicleta e capa… tudo quanto é necessário para poder utilizar em qualquer sítio, especialmente se a estiver a utilizar para fazer desportos radicais
kit

No fim das contas, estou mais do que satisfeita com a minha Câmara LifePro!

Instruções detalhadas para conseguir a sua Câmara

Agora que está consciente da promoção, provavelmente estará se perguntando como fazer para a pedir. Não se preocupe, vamos explicar isso mesmo passo a passo. Aqui tem algumas instruções detalhadas que podem ajudar:
Passo 1: Aceda à página com a promoção da Proteste e preencha o seu nome e o seu correio eletrónico. Seguidamente vão lhe mostrar tudo o que incluí a promoção: câmara LifePro + relógio + revistas Proteste. Simplesmente prima continuar.
Passo 2: Introduza os dados para receber a câmara juntamente com o seu relógio, o seu código postal e o seu número de telefone.
Passo 3: Agora tem de selecionar como vai realizar o pagamento. Há a opção de fazer o pagamento em três prestações de 20 reais, que foi o modo que escolhi.
Uma vez que se termine este breve processo, após um período de aproximadamente uma semana irá receber na sua casa a sua câmara de ação LifePro + relógio + as revistas Proteste + Acesso web ilimitado a página da PROTESTE.
Tudo isto por apenas 60 reais!

Conclusão

No fim das contas, tive uma grande experiência completamente positiva com a promoção. Pensei sempre que estas ofertas promocionais são enganosas, porém agora sei que algumas delas não o são!
PD: Esta é uma promoção limitada, válida até o 31 de julho de 2015
Fonte: http://economizenarede.com/

Marcas viram rótulos de cervejas


Só quem integra uma mesa de bar depois do expediente sabe quantos insights algumas cervejas podem proporcionar. Foi neste cenário que a equipe da Printsome, agência do Reino Unido, chegou a seguinte pergunta: Como seria uma cerveja criada pelo Facebook?
Não contentes em imaginar, eles resolveram criar os rótulos, não só da rede social, como também de marcas como Apple, Nike, Arsenal e claro, da própria agência.
Uma cerveja inteligente e moderna, com um sabor ligeiramente agridoce, muito refrescante e de alguma forma emocionante. Este rótulo pode com certeza unir as pessoas.
Facebrew: Uma cerveja para conectar a todos
Uma cerveja inteligente e moderna, com um sabor ligeiramente agridoce, muito refrescante e de alguma forma emocionante. Este rótulo pode com certeza unir as pessoas.
Nike: Just Drink It
De baixa caloria, essa cerveja foi feita para pessoas que, além de curtir a vida, gostam de cuidar dela. Um produto refrescante e com adição de um componente presente em energéticos.
Arsenal: Vai Drunnkers!
Amado por uns, odiado por outros, está é uma cerveja com história. Mais consistente que as outras, a bebida possui um nível alcoólico superior à média.
iBeer: Drink Differently
Cerveja pura, com essência de maçã. Não, não é uma cidra, este rótulo é diferente, algo novo, uma combinação perfeita entre a cevada e a fruta. Pode ser categorizada com um produto mais leve e orgânico.
Drinksome: You Drink Awesome
A cerveja favorita dos profissionais de agências. A cerveja feita com ingredientes que todo mundo gosta, impossível não cair de amores por ela.
Fonte: http://publicitarioscriativos.com.br/

ERROS AO DESENVOLVER UM ÍCONE


Desenvolver um ícone não é tão simples como, por vezes muitas pessoas pensam. Criar algo que seja simples e objetivo e que tenha uma interpretação imediata por parte do observador, é complicado.
Esta semana, ficam aqui algumas dicas, para tomarem nota e nunca se esquecerem, quando estiverem a desenvolver um.
Ícones muito parecidos
Ícones muito parecidos tornam difícil a sua diferenciação, e logo não é funcional. Estes, têm de ser desenvolvidos para serem percetíveis em diferentes tamanhos.
Muitos elementos no ícone
Um ícone deve conter o mínimo de elementos possíveis, para não atrapalhar a sua leitura nos diferentes tamanhos.
Quantos menos elementos possuir melhor. Basicamente tem de observar o ícone que está a desenvolver, se sentir que contém um elemento menos relevante, então esse provavelmente estará a mais.
Manter um estilo entre vários ícones
Ao desenvolver um conjunto de ícones é preciso ter atenção à unanimidade entre eles. Como por exemplo, as cores, perspetivas, tamanho e técnica de desenho.
Perspetivas desnecessárias e sombras em ícones pequenos
Com a evolução, as possibilidades de aplicar efeitos aumentam, contudo nem sempre devem ser usadas. Como exemplo temos os objetos transparentes e os ícones 3D, pois estes num tamanho 16×16 ou menor, a sua leitura será reduzida.
Ter em conta o público-alvo
Existem certas características que devem ser tomadas em consideração, o público-alvo e a zona em que se insere, tradições culturais e ambientais.
Um exemplo é o selo usado nas cartas de papel, que poderá representar o ícone do e-mail, melhorada e simplificada.
Evitar elementos reais
Deve ser evitado elementos do mundo real nos ícones, pois poderá ser confusa a interpretação do mesmo.
Texto dentro dos ícones
É um erro comum, existente em diversos ícones. Tente evitar, pois terá vários problemas. Terá de ser adaptado a várias línguas, num tamanho muito pequeno, não terá leitura e se for um ícone de aplicações o texto será repetido.
Aqui ficam algumas dicas, caso tenham mais, partilhem e deixem aqui a sua opinião.
Fonte: http://www.designculture.com.br/

TUTORIAL – COMO CRIAR ÍCONES PERFEITOS NO ILLUSTRATOR

E ai criativos, tudo bem? Hoje vou falar de um assunto bem interessante para projetos digitais: O pixel perfeito aplicado a ícones.
Este post foi inspirado no material de Justas Galaburda, do Icon Utopia www.iconutopia.com.
Porque o pixel perfeito é importante?
Ícones são absolutamente sobre comunicação e clareza. Um ícone borrado não comunica tão precisamente quanto um com uma boa forma. Seria como você dirigir em uma rodovia em que as placas estão todas borradas, o que seria um problema.
Se você trabalha com um ícone menor que 64px e as bordas estão borradas, o ícone fica sem estética e se precisar redimensionar para uma escala de 16x32px por exemplo, pode se tornar irreconhecível como deveria. É aqui que a técnica do pixel perfeito se torna essencial.
Configurando o documento
Para começar, primeiro devemos configurar nosso arquivo do Illustrator de forma correta. Existe 3 pontos chaves neste passo: Tamanho do Artboard (prancheta), Units (unidades) e Aligning (alinhamento) de todos os novos objetos ao grid.
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1 – Tamanho
Altura e largura devem ser sempre em números inteiros. Tenha certeza que não exista vírgula no tamanho definido, como por exemplo 64,53px.
Os artboards pertencem ao tamanho do ícone que você está criando, que pode ser um de qualquer tamanho padrão, como por exemplo 16x16px, 32x32px, 48x48px, 64x64px, 128x128px, etc. Note que os tamanhos devem ser os mesmos (largura x altura).
2 – Unidades
Pixels. É por isso que se chama pixel perfeito, não milímetros e nem centímetros :)
3 – Alinhando novos objetos ao grid de pixel
Este é muito importante. Tenha certeza que essa opção está selecionada, pois todos os elementos se alinharão automaticamente ao grid de pixel.
Preferências do Illustrator
Neste passo, quando você estiver com o documento criado adequadamente, será preciso configurar algumas preferências do Illustrator.
Vá em Illustrator > Preferences > General (Illustrator > Preferências > Geral) ou Cmd+K (usuários do Mac) ou Edit > Preferences > General (Editar > Preferências > Geral) ou Ctrl+K (usuários do Windows)
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General (configurações gerais)
Mude a configuração do teclado para 1px na opção Keyboard Increment (Incremento do teclado). Desta forma quando você usar as setas de direção do teclado, o objeto irá mover-se 1px dentro do grid.
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Units (unidades)
Como dito anteriormente, os valores devem ser em pixels. Mude a opção de Strokes (linhas) para pixels também e o Type (fontes) pode permanecer em Points (pontos), pois raramente usamos fontes em ícones.
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Aqui já estamos prontos para trabalhar de forma que os ícones que iremos criar fiquem perfeitamente dentro do grid. Apesar disso, não quer dizer que é o suficiente. Além do desenho, da forma e arte de se criar ícones, existe técnica envolvida no processo.
Tenha certeza que as medidas, posição dos objetos, tamanho da linha, e todos as configurações sejam números redondos (ex: 2, 4, 6, etc). Evite desenhar a mão livre os ícones e utilize objetos (ex: elipses ou retângulos).
Insira os valores de forma manual, lembrando-se de não utilizar vírgulas.
Todos os números devem ser iguais
Trabalhando em ícones, tente manter as dimensões dos objetos em números inteiros (2, 4, 6, 8, etc…). Ícones devem e podem ser redimensionáveis. Então imagine criar um objeto de 15x21px dentro de um grid de 64x64px. Quando você redimensionar este grid para metade do tamanho de 32x32px, o objeto terá o tamanho de 7,5×10,5px. Isso resultaria em um ícone borrado.
Um dos princípios do pixel perfeito é não usar vírgulas, por isso sempre fique atento a este ponto.
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A ferramenta caixa de transformação é a sua melhor amiga
A ferramenta Transform é a principal ferramenta quando criamos ícones perfeitos. Mantenha-a sempre aberta e visível. Ative-a caso estiver oculta em Window > Transform (Janela > Transformar).
Aqui ela é dividida em X e Y para posição do objeto e W e H para tamanho do objeto (largura e altura). Fique atento para que não exista frações em seu objeto, assim você não terá problemas.
BOM
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RUIM
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Utilize a visualização de pixels
Clique em View > Pixel Preview (Visualizar > Visualização de Pixel) para ter certeza que o seu objeto está perfeitamente dentro do grid de pixel. O Illustrator é um software vetorial, e ao menos que você habilite essa opção você sempre verá como linhas perfeitas.
Como trabalharemos com ícones para telas, essa visualização é importante durante todo o processo de criação. Quando estiver nesta visualização, sempre veja o seu ícone em tamanho real. Para isso vá emView > Actual Size (Visualizar > Tamanho atual).
Confira também se não existem “meio-pixel” sobrando pra fora do grid. Assim, o ícone não ficará borrado quando for exportado.
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Exportando ícones do Illustrator
Uma vez terminado os seus ícones, o seu documento deverá se parecer como na imagem abaixo. Note que cada ícone tem seu próprio artboard:
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Nomeie os artboards
Neste passo, nomeie os artboards de acordo com cada ícone que você criou. Isso ajudará a organizá-los depois. Clique na ferramenta de artboard ou Ctrl+O ou Cmd+O para selecionar o artboard. Feito isso, você poderá alterar o nome e preferências no topo.
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Salvando os ícones
Vá em File > Save as (Arquivo > Salvar como) e nomeie com o nome que desejar. Lembre-se que os ícones irão vir com o nome que você selecionar + o nome de cada artboard.
Mude o formato para SVG e selecione a opção de Use Artboards (Usar Pranchetas) e selecione tambémAll (Todas). Desta maneira você exportará todos os artboards de uma só vez. Caso queira exportar algum ícone isolado, selecione Range (Alcance) e digite o número do artboard.
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Caso você queira usar os ícones em .png, existem duas formas de se fazer isso:
1 – Use a ferramenta https://iconverticons.com/online/ para converter seus ícones de svg para png;
2 – Você pode usar esse mesmo processo para exportar para .png clicando em File > Save for Web & Devices (Arquivo > Salvar para Web e Dispositivos) e mudando a opção na parte superior direita para .png.
A parte interessante de ícones em .svg é que eles podem ser utilizados para diferentes tamanhos de tela sem perder a qualidade, por se tratarem de arquivos vetoriais. Futuramente, você pode precisar redimensionar e exportar novamente esses ícones de acordo com o seu projeto.
O site do Iconutopia tem mais artigos e dicas sobre a construção de ícones e conceitos para se inspirar. Confere lá.
Fonte: http://www.designculture.com.br/

Bloqueio criativo – Será que isso existe mesmo?


E aí pessoal tudo bem? Andei um pouco afastado aqui do blog mas foi por uma boa causa, estava em São Paulo fazendo as gravações do meu curso de lettering que brevemente estará disponível para aqueles que quiserem aprender sobre o universo das letras personalizadas.
Mas agora estou de volta com força total. E hoje estou aqui para falar sobre um tema que foi sugerido por uma leitora que se identificou apenas como Bettinix que queria saber um pouco mais sobre o tão temido “bloqueio criativo“.
Esse é um dos temas mais abordados dentro do universo do design, afinal de contas todo mundo em algum momento já se deparou com a situação de não ter nenhuma ideia ou solução para um determinado projeto.
Eu particularmente não vejo o bloqueio criativo com todo esse medo ou importância que a maioria dos estudantes de design tem pois acredito que vencer esse bloqueio é bem mais fácil do que se imagina.
Mas antes de eu começar a falar mais sobre o bloqueio criativo é importante entendermos o que ele é. Bloqueio criativo é quando o designer não consegue criar ou manter o desenvolvimento de um determinado projeto.
É quando novas ideias não surgem e consequentemente você não consegue finalizar aquele projeto com uma solução criativa ou mesmo correta. Basicamente essa é a definição popular do que seria o bloqueio criativo.
Alguns fatores podem acabar sendo decisivos para que você não consiga criar ou desenvolver um projeto, podem ser fatores emocionais, psicológicos e até mesmo físicos.
Entre esses fatores podemos incluir stress, doenças, preocupações financeiras, distrações etc. É importante deixar claro que essas coisas atrapalham qualquer profissional em qualquer área mas quando se trabalha com criatividade são capazes de impedir qualquer progresso rumo à solução.
Essas seriam então as principais causas do bloqueio criativo e também uma das razões de eu não acreditar que bloqueio de fato exista.

Rafael você não acredita em bloqueio criativo?

Sendo bem sincero, NÂO e vou explicar por que. Primeiramente, como eu já disse os fatores que citei anteriormente e que normalmente atribuímos ao bloqueio criativo são capazes de impedir a boa execução do trabalho de qualquer profissional em qualquer área.
Porém quando se trabalha com a criatividade isso é pior pois a sua mente precisa estar equilibrada e tranquila para conseguir produzir e criar, o que é muito difícil quando se está doente, estressado, com raiva ou preocupado com algum elemento de fora do trabalho como um familiar doente por exemplo.
Por isso não considero que isso seja um bloqueio criativo, algo que só acontece em nossa profissão, uma doença ou coisa que pode acabar te pegando um dia (como muitas pessoas tratam). Vejo isso mais como um impedimento comum do dia a dia.

Qual a solução para isso?

Se você não está conseguindo criar por conta de algum desses motivos que estou mencionando a dica que posso dar é: procure investir seu tempo de trabalho em algo mais “braçal” e que não dependa tanto de criatividade.
Um exemplo que posso dar da minha própria experiência profissional é que quando minha mente não está bem para criar eu me dedico à algum outro projeto de outro cliente e que esteja em uma fase que não necessite de criatividade como uma vetorizaçãouma colorizaçãoedição de imagemetc.
Caso você seja como eu e trabalhe como freelancer e tenha o opção de fazer o seu próprio horárioeu recomendo também que tente eliminar ou resolver aquele problema que está de alguma forma tirando sua concentração.
Se estou preocupado com alguma coisa ou estressado, normalmente faço uma pausa e jogo um pouco de vídeo game, fico ali por uma hora e depois volto ao trabalho normalmente mais tranquilo já que coloquei a minha mente para relaxar ao invés de forçá-la a trabalhar.

O outro tipo de bloqueio

Outro tipo de bloqueio que não vou chamar de bloqueio criativo, embora muitos designers também o tratem como bloqueio criativo, é quando você não consegue criar novos caminhos para a solução de um problema.
Isso pode acontecer quando você está desenvolvendo uma marca, quando está organizando as informações de um cartaz, quando está diagramando uma revista etc.
Isso é extremamente normal, tem um momento em que as ideias param de fluir naturalmente, é nessa hora que você precisa escolher que caminho irá seguir para que sua mente se mantenha criativa, vamos à elas:

Alimente seu cérebro

se você chegou nesse ponto da criação e não quer parar de criar e elaborar novas ideias, o jeito é alimentar o seu cérebro com novas referências.
Busque referências visuais (não apenas na internet), normalmente se isso acontece comigo eu pego um dos meus livros de referências e dou uma olhada nelas, gosto de olhar desenhos, ilustrações, fotografias, outros projetos, enfim, dessa forma o seu cérebro consegue ter novas referências e trabalhar em cima delas.
Uma outra alternativa é utilizar algumas das técnicas que auxiliam na criação e desenvolvimento de projetos como as que eu apresentei na minha série de artigos no Choco La Design falando sobre ferramentas de criação.
Essas ferramentas dão um ótimo suporte para que sua mente consiga tirar novas ideias à partir de elementos que estão bem na sua frente e que podem ser listados e organizados.

Descanse sua mente

Uma outra solução bem comum e bastante conhecida por quem trabalha com criatividade é deixar aquele problema um pouco de lado e deixar que sua mente trabalhe nele de forma inconsciente.
Acredito que já deve ter acontecido com você pelo menos uma vez de encontrar a solução para um projeto quando não estava pensando nele.
Caso seja possível faça isso, se não conseguir mais criar novas opções para um projeto, deixe ele temporariamente de lado e vá fazer outra coisa, ver um filme, ler um livro, jogar futebol com os amigos etc.
Deixe que a sua mente se distraia com alguma outra coisa e quando você voltar a dedicar tempo naquele projeto você verá que seu cérebro estará com ideias novas.

Concluindo

Trabalhar com criação é realmente algo que exige bastante de nós e principalmente uma mente preparada e em equilíbrio, agora você já sabe um pouco mais sobre a minha opinião sobre esse tal de bloqueio criativo.
Acredito que daqui para a frente você já não terá mais tanto medo dele agora que sabe como livrar a sua mente das distrações do cotidiano e como driblar aquela falta de ideias que é normal no processo de criação.
E se você gostou desse post não se esqueça de curtir e de compartilhar ele nas suas redes sociais, não vai te tomar muito tempo e ajuda bastante o Design Zero Um a crescer.
Fonte: http://designzeroum.com.br/

Quais as etapas da venda de um projeto?


Frequentemente algumas pessoas me procuram pelas redes sociais me fazendo perguntas relacionadas a venda de um projeto de design, muitos designers não tem muita noção das etapas e não sabem muito bem como proceder pois estão iniciando suas carreiras ou ainda não venderam nenhum projeto.
Muitos me perguntam sobre quando devem fazer o orçamentoquando devem recebero que devem enviar para o cliente etc.
Com esse artigo então pretendo sanar essas dúvidas e explicar um pouco decomo funciona esse processo de venda de um projeto de design.
Des1gn ON - Quais as etapas da venda de um projeto
Imagem de Solis Images

Antes de prosseguir eu gostaria de deixar claro que essas etapas são baseadas na minha própria experiência profissional na venda dos meus serviços, esses passos podem sofrer pequenas mudanças dependendo do tipo de projeto e também dependendo de cada profissional.
Vamos em frente saber um pouco mais sobre esse processo de venda desde o contato com o cliente até a finalização e entrega do projeto:

Contato

A primeira etapa, é claro, é o contato com o cliente, é nessa hora que o cliente entra em contato com você para solicitar seus serviços como designer ou o simplesmente orçamento para um projeto.
Aqui o cliente normalmente faz uma explanação geral do negócio que possui e do tipo de serviço que necessita (ou quer). Também é quando o cliente, normalmente, solicita ver o seu portfólio caso ele não tenha lhe conhecido através dele.
Frequentemente pode acontecer de o cliente já querer que você lhe diga o valor do serviço, fuja da tentação de dar o preço para ele ali de “bate pronto”.
Deixe para informar o preço somente quando você tiver todos os dados necessários para a execução do projeto e quando calcular o tempo necessário para executá-lo de acordo com o método que você utiliza para precificar o seu trabalho.
Do contrário você pode passar um valor “genérico” e quando receber o briefing detalhado pode perceber que o projeto custará mais caro e consequentemente terá que informar isso para o cliente que pode não receber de uma maneira muito boa.

Orçamento

Após fazer esse primeiro contato com o cliente então você segue para a etapa de desenvolvimento do orçamento, que será quando você irá calcular o valor necessário para a execução do projeto.
Essa etapa poderia render muitos outros artigos afinal de contas definir quanto cobrar por um projeto de design é uma das maiores dúvidas dos designers em início de carreira.
Mas nessas dicas eu gostaria de focar na importância de se entregar o orçamento de forma mais profissional, não simplesmente informando o valor para o cliente via inbox do Facebook mas de alguma maneira mais formal como um arquivo em Word ou PDF, na pior das hipóteses mande por e-mail.

Contrato

Se sua proposta de orçamento for aceita pelo cliente o próximo passo então é assinar o contrato de prestação de serviço.
Essa é uma etapa muito importante, embora ainda existam muitos designers que negligenciam essa etapa e preferem fazer tudo de maneira informal e na “camaradagem“.
É aqui que são definidos todos os detalhes sobre a execução do projeto como prazos, materiais que deverão ser entregues, regras para alterações e tudo o mais que possa ser conveniente tanto para resguardar você quanto o seu cliente.

Pagamento 1

Após a assinatura do contrato o cliente então deve fazer o primeiro pagamento relativo ao valor total do projeto, essa é outra etapa muito importante afinal de contas pode acontecer de o cliente contratar os seus serviços e por um motivo ou outro acabar desistindo do projeto.
Recebendo o valor de “sinal” do projeto você se mantém protegido de qualquer prejuízo decorrente de desistência por parte do cliente após você ter iniciado o projeto.
Esse pagamento, na maioria das vezes, é feito via transferência bancária enormalmente é de 30% mas é importante que se diga que esse valor não é uma regra, ele pode variar de acordo com cada projeto ou os recursos de cada cliente.

Criação da proposta

Agora é colocar a “mão na massa” e começar a esboçar as primeiras ideias para o projeto e preparar-se para apresenta-las para o cliente.
Normalmente eu apresento apenas sketchs feitas à mão apenas para representar as ideias que estou tendo para o projeto mas isso também pode variar de acordo com cada profissional.
Seu cliente por exemplo pode preferir ver uma proposta em um estágio um pouco mais avançado e finalizado no computador, essa escolha vai depender do seu próprio trabalho e do que for acordado com o cliente.

Revisões

Geralmente após a apresentação da primeira proposta o cliente irá fazer seus comentários e dar o seu feedback sobre a sua proposta e normalmente irá solicitar alterações baseadas em suas impressões.
As revisões no projeto, embora sejam algo que deixam muitos designers irritados, são extremamente comuns e normais e o mais importante é sempre fazer com que elas se desenvolvam de forma organizada e principalmente que isso fique claro para o cliente.
Isso irá evitar que sejam feitas revisões de forma descontrolada e principalmente que você trabalhe mais do que o combinado e fazendo com que, no final de tudo,o projeto saia mais caro do que o previsto no início.
Eu particularmente sempre estabeleço um número máximo de revisões após a apresentação da primeira proposta (normalmente duas) e havendo a necessidade de serem realizadas mais revisões eu faço uma cobrança adicional no valor final do projeto referente ao tempo que será investido nos novos ajustes.

Aprovação e pagamento 2

Depois de apresentada a proposta final para o cliente com todos os ajustes solicitados então chega o momento em que ele dá a sua aprovação para a ideia que irá reger o projeto.
O momento da aprovação é quando, normalmente, o cliente efetua mais uma parcela de pagamento, geralmente é a metade do valor que ficou pendente.
Esse valor servirá para pagar as horas de trabalho que serão investidas na finalização e acabamento do projeto, etapa em que você irá desenvolver adigitalização do projetocriação de mockupscriação de protótipos e tudo o mais que seja necessário para a finalização do projeto.
Alguns designers preferem receber apenas todo o valor restante no fim do projeto, isso também é normal e pode acontecer, o importante é que isso esteja registrado no contrato para que você também se proteja legalmente.

Entrega e pagamento final

Finalizando então todo o projeto chega a etapa de entrega do mesmo, é quando você irá preparar todo o material para entregar ao cliente, seja um site, uma marca, um projeto de diagramação, uma embalagem etc.
É nessa etapa em que você irá entregar ao cliente todos os arquivos “abertos” e todo o material necessário para a correta aplicação do projeto, seja ele virtual ou físico.
É extremamente comum que todo esse material seja entregue somente após o pagamento da última parcela do valor do projeto, mais uma vez isso irá lhe ajudar a não sofrer nenhum prejuízo financeiro.
Depois de receber o restante do pagamento e entregar todo o material do projeto você então terá concluído todas as etapas e finalizado mais um projeto, pronto! Agora é partir para o próximo.

Concluindo

Mais uma vez eu quero deixar claro que todas essas etapas podem sofrer variações de acordo com cada profissionalcada tipo de projetocada cliente e assim por diante.
Porém eu espero que esse artigo que fiz baseado nas características gerais da venda dos meus projetos possa servir como uma referência para você e seu trabalho.
Mas se por acaso você ainda ficou com alguma dúvida referente a esse assunto ou tem alguma etapa na venda do seu projeto que não foi mencionada aqui,compartilhe a sua dúvida ou o seu comentário aí embaixo que eu terei o maior prazer em responder.
Espero que vocês tenham gostado do artigo de hoje e se você gostou não deixa de curtir esse post e de compartilhar com seus amigos em suas redes sociais.
E caso queira conhecer um pouco mais do meu trabalho, você pode fazer isso me acompanhando através do meu portfólio no Behance e do meu perfil no Instagram.
Também queria aproveitar para convidar vocês para conhecerem o meu blog pessoal, o Design Zero Um onde hoje escrevi sobre bloqueio criativo, aproveita e dá uma conferida nesse artigo clicando AQUI.
Fonte: http://www.des1gnon.com/
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