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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Táticas para lidar com colegas de trabalho "sem noção"


Sabe aquele colega de trabalho que contamina o ambiente por ser rude, fofoqueiro, preguiçoso e ainda por cima "se achar demais"? Pois é, as empresas do Brasil e do mundo estão cheias de pessoas com alguma dessas características – ou todas elas.
E o pior é que nem sempre é possível ficar longe desses "sem noção": você tem que participar das mesmas reuniões e participar daqueles happy hours impostos pela chefia. Às vezes, essa pessoa é seu chefe, ou trabalha com você, e não adianta esperar pela saída dele.
O site da revista "Inc." fez uma lista de dicas para quem precisa lidar com esses "sem noção". Saiba o que fazer para que nenhuma dessas pessoas tóxicas prejudiquem o seu trabalho:
1) Não se importe

Não podemos controlar as ações dos outros, mas temos 100% de controle sobre como reagimos a eles. O primeiro passo é parar de pensar em quem está incomodando: você pode acabar sabotando seu trabalho por perder tempo querendo saber o que esse colega está fazendo. Se a solução dos problemas causados não está ao seu alcance, não guarde estresse. 

2) Distancie-se

Se o colega de trabalho "sem noção" está no mesmo espaço que os outros colaboradores, pode ser difícil se afastar. Mas tente. Caso apareça um lugar vago em uma região mais distante, não hesite em pedir para mudar. Encontre um argumento válido para reivindicar esse espaço.

Se não der certo, distancie-se mentalmente. Se você puder usar fones de ouvido enquanto trabalha, apele para a música, que é um ótimo recurso para manter o foco na tela do computador.
3) Reclame

Caso a relação com o colega de trabalho se torne impossível por alguma razão, não tem jeito: você vai ter que fazer uma reclamação formal do comportamento do "sem noção". Mas apenas reclame das coisas ruins que ele está fazendo no trabalho. Nunca leve os seus atritos para o lado pessoal. Uma reclamação sobre comportamento inadequado, por exemplo, não pode virar uma lista com tudo o que essa pessoa fez de ruim na vida.

4) Não o ignore completamente

Você precisa de distância, mas nunca ignore completamente um "sem noção". Coopere com ele até certo ponto. Deixe-o falar e não o interrompa. Se ele quiser compartilhar suas ideias, tudo bem, mesmo que elas sejam ruins. Assim, é mais fácil para as outras pessoas perceberem como o colaborador em questão é nocivo para o ambiente de trabalho.

5) Cerque-se de pessoas "com noção"

A melhor maneira de contra-atacar colaboradores pessimistas, fofoqueiras e presunçosas é se rodear de pessoas competentes e otimistas. Faça o possível para ficar perto de pessoas com essas características – elas podem fazer você esquecer os "sem noção" do trabalho.

6) Olhe para si mesmo

Não se esqueça de fazer um julgamento de si mesmo. Será que seu comportamento é considerado bom por seus colegas? Pode ser que você também seja um "sem noção". Note se o que você pensa e faz no trabalho pode ser ruim e faça o possível para melhorar.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Tabuleiro Ouija - Arriscaria jogar? (junto na postagem um tabuleiro para jogar com o mouse)


Aproveitando o lançamento do filme que envolve o assunto resolvemos escrever sobre o tão falado e temido tabuleiro.

Muitos conhecem o jogo porem com outros instrumentos, compasso, copo... O fato é, você acredita que podemos conversar com espíritos?

Há muitos relatos de pessoas que juram ter conseguido, de pessoas que não conseguiram, e de pessoas que conseguiram e o espírito fugiu e as possuiu.
Por mais cética que seja uma pessoa, ela pensa duas vezes antes de brincar com uma coisa dessas, vai que.. sei la... né? o_0

Pensando nisso anexamos um Tabuleiro Ouija para os corajosos que quiserem testar, mas ATENÇÃO: Não nos responsabilizamos com os fatos que poderão ocorrer, é por sua conta e risco mesmo. Leia e siga as regras como se o mouse fosse o ponteiro.

Nós particularmente preferimos não tentar. Vai que.. hehe. Se tentar, ou até ja tentou, deixe um comentário se deu certo ou não. Compartilhe sua experiência.

Logo abaixo alguma explicação tirada do site http://heavymetalcast.no.comunidades.net/ explica para que ele serve, e quais as regras para seu uso. Leia bem antes de jogar.


1- O que é e para que serve?
É um quadro de plástico, papel, vidro ou madeira, com as letras do alfabeto e números e algumas respostas básicas, como sim ou não. Ao se perguntar coisas à tábua, espíritos fazem mover um ponteiro ou um copo e apontam as respostas.
Nos anos 60, muitas pessoas tornaram-se obcecadas pelas tábuas Ouija, a ponto de fazer suas vendas crescerem mais do que os mais famosos jogos do momento.
Os tabuleiros de Ouija foram desenvolvidos originalmente nos Estados Unidos por William e Isaac Fuld por volta de 1900, adaptados de uma versão europeia de 1850.


Este tabuleiro é um instrumento paranormal e deve ser encarado com o devido respeito, sendo talvez o mais controverso método de comunicação com os espíritos, principalmente porque pode ser usado por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso não é recomendado, pois pode provocar fenómenos mediúnicos sem a presença de um médium experiente.
Um outro fator que desaconselha o uso do tabuleiro de Ouija é que os mesmos podem colocar um utilizador desprevenido em contacto directo com espíritos de baixo padrão moral, pois são estes que se apressam em atender aos chamados dos desavisados e descrentes.


Normalmente estes, no início, fornecem informações correctas que podem ser confirmadas. Uma vez estabelecido um elo de confiança, passam a zombar do utilizador do tabuleiro, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer sua tranquilidade.
O uso do tabuleiro de Ouija deve ser feito no mínimo por duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos.
Os utilizadores devem então colocar seu dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão.


A partir daí devem fazer-se as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender ao chamamento, o ponteiro mover-se-á lentamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta.
Muitos caçadores de fantasmas crêem que o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta, quer seja ele bom ou mau.


Através dos anos, o tabuleiro de Ouija tem sido associado a um instrumento do Mal, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram “possuídos” após o seu uso. Aparentemente, espíritos mal-intencionados que se fazem passar por bons espíritos vem causando a possessão de crianças e danos emocionais em adultos (até mesmo o suicídio) que usam o tabuleiro de Ouija.
Existem muitos casos onde as pessoas acabam por ficar obcecadas pelo uso do tabuleiro, tornando-se dependentes dele para qualquer decisão que venham a tomar.


                   
2- Regras para seu uso
- Nunca jogue sozinho. São necessários no mínimo dois jogadores.

- Nunca permita que os espíritos levem o ponteiro para as extremidades do tabuleiro de forma que possam sair dele dessa forma. É assim que ocorre a possessão.

- Se o ponteiro se mover para os quatro cantos do tabuleiro significa que o espírito contatado é mau.

- Caso se esteja jogando em uma mesa ou local aonde o tabuleiro fique elevado: se o ponteiro cair no chão, o espírito foi perdido.

- Se o ponteiro apontar o número oito repetidamente, um espírito mau está no controle do tabuleiro.

- Se desejar contatar um mau espírito, vire a tábua com as letras na posição invertida e utilize-a assim.

- O tabuleiro deve ser fechado corretamente após a sessão, ou o espírito pode revoltar-se e assombrar os utilizadores.

- Nunca use o tabuleiro de Ouija quando estiver doente, enfraquecido ou sobre o efeito de alcool ou drogas, tendo em vista que estas situações o mantém vulnerável à possessão.

- Não fazer do uso do tabuleiro de Ouija uma rotina. Os espíritos às vezes cativam o jogador ao ponto de que o contato se torne um vício.

- Os espíritos contatados através do tabuleiro tentarão ganhar a sua confiança através de mentiras. Por exemplo: um mau espírito pode alegar ser bom, ganhando assim a sua confiança e trazendo-lhe mal posteriormente.

- Procure manter contato sempre de forma respeitosa e só convide para proceder secções pessoas confiáveis, seguras e que o farão seriamente. Nunca irrite o espírito ou lhe faça perguntas com ironia.

- Antes de sair ou mesmo de entrar em uma sessão, peça a permissão do espírito. Caso contrário, se está sujeito à possessão pelo mesmo.

- Nunca use o Ouija em cemitérios ou locais aonde houveram mortes brutais. Isto pode trazer maus espíritos para o tabuleiro.

- Às vezes, um mau espírito pode habitar permanentemente um tabuleiro. Quando isso ocorrer, não se poderá manter contato com outros espíritos além dele até que ele decida sair.

- Se seu ponteiro for de vidro, você deve limpá-lo antes e depois de cada sessão, de forma que nenhum espírito possa entrar ali. Para isso, passe-o sobre uma vela acesa.

- Tabuleiros de Ouija que são jogados fora incorretamente libertam diversos espíritos que voltarão para assombrar seu dono.

- Nunca empreste seu tabuleiro a ninguém. Use-o com exclusividade. Se necessário, faça seu próprio e recomende aos colegas que pedem que você o empreste façam o mesmo.

- Nunca queime um tabuleiro de Ouija. Se o fizer, haverá uma manifestação da tábua. Pode ser um som desconhecido ou a aparição de algum espírito. Depois que você presenciar a manifestação, terá menos de trinta e seis horas de vida.

- Há apenas uma forma correta de se desfazer de uma tábua de Ouija. Primeiro quebre-a em sete pedaços. Depois, jogue sobre ela água benta e finalmente a queime.

- Se você colocar junto do tabuleiro uma moeda de prata pura, espíritos maus serão incapazes de manter contacto.

- Nunca deixe o ponteiro sozinho sobre a tábua se não estiver a utilizando. Se o espírito levá-lo para fora do tabuleiro, estará liberto.

3- Notas adicionais

O tabuleiro não necessita propriamente de ter um formato retangular, muitos tabuleiros de Ouija são em formato circular.

- Em vez do ponteiro, pode utilizar uma moeda ou um copo de vidro, sendo este último não aconselhavel devido ao facto do Espírito poder vingar-se utilizando o copo, precisamente por este ser de vidro.

- Faça o que fizer, NUNCA peça a um Espírito que se manifeste em si ou em outras pessoas em seu redor!!

- Às vezes maus espíritos pedirão aos elementos femininos para fazerem gestos ou executarem acções obscenas. Ignore-os. Os demais participantes jamais devem rir ou irritar-se nestas situações.

- Evite perguntar sobre assuntos que se referem a sua religião e não faça perguntas a respeito do futuro.

" Não brinque com o que você não entede". 


Tabuleiro de Ouija
(clique para ampliar e jogar com o mouse)


Estudo aponta negócios promissores para 2015


Em 2015, a formalização de pequenos negócios no Brasil vai continuar aquecida e deve seguir a mesma tendência de 2014. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, apenas nos dez primeiros meses de 2014 foram criados mais de 1 milhão de empreendimentos formais no país. Esse número está próximo à quantidade de empresas criadas no mesmo período de 2013.  O estudo detectou ainda que em alguns segmentos da economia voltados para o mercado interno haverá atividades com boas perspectivas para 2015.
Entre elas estão empresas ligadas à alimentação, construção, estética e reparação de bens duráveis como automóveis que tiveram seu consumo estimulado durante o período de mais forte aquecimento da economia. Além disso, figuram entre as atividades com maior potencial para o próximo ano aquelas típicas de pequenos negócios e que independem da conjuntura econômica. Para chegar a esse resultado, o Sebrae identificou os segmentos com maior potencial de expansão nos últimos anos e os que mais tendem a se beneficiar com as tendências da nossa sociedade.
De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, os negócios promissores para 2015 têm uma forte característica de atender às necessidades básicas da população, que têm adquirido novos hábitos nos últimos anos. “O mercado interno cresceu muito na última década com a ascensão econômica de milhões de famílias das classes C e D. Isso gerou novas demandas e beneficiou diretamente os pequenos negócios, que oferecem serviços e produtos que foram incorporados ao dia a dia da população”, afirma.
Barretto alerta que para ter sucesso nos empreendimentos no próximo ano não basta apenas investir nas atividades com melhores perspectivas. “Não podemos afirmar que apenas quem investir nessas atividades colherá bons frutos em 2015. Há chances de sucessos para muitas outras atividades. O importante é se preparar adequadamente para a entrada no mundo dos negócios”.
Antes de abrir uma empresa, o empreendedor precisa elaborar um plano de negócios e se capacitar. Em todo o Brasil, o Sebrae oferece consultorias, treinamentos, palestras, seminários, eventos, publicações, entre outros serviços, muitos deles gratuitos. O atendimento pode ser feito presencialmente em um dos mais 700 pontos de atendimento no país ou ainda pela internet ou pelo telefone (0800 570 0800).
Confira abaixo a lista das atividades mais promissoras para 2015:
Preparo de alimentos para consumo domiciliar e comércio de alimentos
Construção, instalações elétricas, sanitárias, hidráulicas e de gás
Confecção e comércio de roupas
Cabeleireiros, atividades de estética e beleza, comércio de cosméticos
Bijuterias e artefatos semelhantes
Reparação de veículos automotores e motocicletas
Reparação de computadores e equipamentos de informática
Reparação e recarga de cartuchos para equipamentos de informática
Reciclagem

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Gaúchos criam dispositivo que gela cerveja em 2 minutos


Com a chegada do verão, vêm as altas temperaturas. E para refrescar o calor, a cerveja é a alternativa favorita de muita gente. Só que, para arrefecer a quentura, a bebida tem que estar gelada. Mas nem sempre tem uma latinha (ou garrafa) no freezer de casa. E, por mais rápida que seja uma geladeira, a velocidade de resfriamento do produto é sempre menor que a vontade de dar um belo gole. No entanto, uma solução para este problema vem da cidade gaúcha de Novo Hamburgo: o Super Cooler, um aparelho que gela cervejas e outras bebidas em dois minutos.

O Super Cooler é uma criação da Tridel, empresa criada pelos gaúchos Gustavo Moraes, Rafael Schiavoni e Ricardo Gazzola. A inspiração para a ideia surgiu em outubro de 2013, quando o trio conheceu um dispositivo com uma função semelhante, mas voltada para estabelecimentos comerciais. A primeira ideia dos empreendedores era criar, como o nome do dispositivo sugere, um cooler, em que várias bebidas pudessem ser geladas ao mesmo tempo. "No entanto, a falta de capital faria com que o desenvolvimento de um produto maior fosse muito difícil. Por isso, preferimos apostar em um aparelho portátil", diz Moraes.
Os primeiros testes de protótipos do Super Cooler começaram nas casas dos cofundadores da Tridel. Posteriormente, em junho de 2014, os três foram atrás de dinheiro para avançar no Catarse, um site de crowdfunding. Eles arrecadaram R$ 25 mil, que foram usados para escalar a produção.
Animação do funcionamento do produto (Foto: Divulgação)
O funcionamento do Super Cooler se baseia no giro dos recipientes de bebidas, sempre perto de um pouco de gelo. O dispositivo se baseia em um conceito da física chamado de convexão forçada. Em outras palavras, ao rodar a latinha (ou garrafa), o Super Cooler faz com que o frio do gelo seja transmitido de forma mais acelerada para a bebida.
Para quem não gosta de chacoalhar a cerveja, não precisa ter medo: Moraes diz que a bebida não fica choca e tampouco espuma demais. "Ao girar o recipiente sobre seu próprio eixo, o Super Cooler não estoura as bolhas de gás e não interfere no gosto dos produtos."
Com apenas duas pilhas, O Super Cooler tem autonomia para gelar 100 latas de 350 ml.
Gustavo Moraes, Ricardo Gazzola e Ricardo Schiavoni, da Tridel (Foto: Divulgação)
Sem plágio
Neste ano, o Super Cooler foi alvo de uma polêmica: empreendedores americanos, que criaram o Spin Chill, um dispositivo com a mesma função e de formato e funcionamento muito parecidos com o produto brasileiro, acusaram a Tridel de plágio. Segundo Moraes, apesar das semelhanças, os dois projetos foram desenvolvidos de forma independente. "Temos pesquisas e a patente nacional do produto. Judicialmente, não temos problemas. O que aconteceu é que a concorrência tentou manchar o nosso trabalho", diz.

Planos
Nesta semana, o Super Cooler começou, oficialmente, a ser vendido. É possível encontrá-lo no mercado por  R$ 119. A Tridel espera ainda vender o dispositivo por meio de distribuidores. Para o ano que vem, a meta é vender 2 mil Super Coolers por mês. Caso a expectativa se confirme, os gaúchos esperam um faturamento de R$ 2,85 milhões no ano que vem.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

5 passos para transformar a opinião do seu cliente em inovação


Toda empresa sonha em oferecer exatamente o que seus clientes querem. Por isso, se preocupam em recolher a opinião deles de todas as formas possíveis e em diferentes níveis. Depois que consegue os dados, o departamento de pesquisa e desenvolvimento tenta colocar todo esse feedback em prática, lançando o que em teoria irá satisfazer essas vontades.
Mas consumidores apenas descrevem soluções, coisas que resolvam ou ajudem problemas pelos quais eles já passam ou passaram. Isso provavelmente leva a criações parecidas com outras no mercado ou com apenas algumas mudanças.
Apesar do desafio, não tem jeito: imaginar o inimaginável é o papel de toda empresa. Os consumidores não têm o conhecimento ou tecnologia que ela possui, então é preciso recolher a opinião deles de forma diferente. Pergunte que resultados eles desejariam ter em vez daqueles que conseguem atualmente, isso vai inspirar e transformar o seu jeito de pensar.
O site da revista “Inc.” listou cinco passos para recolher e transformar as opiniões de seus clientes em inovação. Confira:
1. Faça entrevistas com grupos de consumidores diferentes. Primeiro você precisa desconstruir e explicar passo a passo o processo ou atividade associado com seu produto ou serviço.  Depois que você detalhar tudo, selecione com cuidado cada cliente que será entrevistado. Divida-os em grupos que estejam envolvidos diretamente com o seu produto ou serviço. E por final, escolha diferentes indivíduos para as entrevistas, isso ajudará a conseguir um número mais diverso de opiniões.
2. Capture os resultados desejados pelos consumidores. Para isso você precisará de um moderador que possa distinguir as soluções que os clientes esperam daqueles resultados realmente desejados, sonhados, e ao mesmo tempo elimine comentários vagos e irrelevantes. Seu objetivo é deixar a imaginação dos entrevistados voar, mas com um objetivo: pensar em algo novo, mas que eles precisam. Peça também que os participantes descrevam as dificuldades que sentem com produtos e serviços que você já oferece ou similares e concorrentes.
3. Organize os resultados sugeridos. Para isso elimine sugestões semelhantes e as agrupe em grupos de acordo com cada passo da criação do produto ou do serviço que elas podem ajudar.
4. Classifique esses resultados por importância e satisfação. Pegue a lista final que você conseguiu do grupo de entrevistados e selecione novos consumidores para classificar quão importantes são esses possíveis resultados e qual o nível de satisfação que eles poderão trazer para eles.
5. Utilize esses dados. Com essas informações na mão você não só terá um feedback mais criativo dos seus clientes, mas também um retrato de onde estão as insatisfações e desejos dele. Com elas você pode mapear novas oportunidades e áreas para fazer negócios.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Designer cria embalagem retornável para compras online



Projeto de Yu-Chang Chou prevê que a sacola seja usada 200 vezes antes de ser descartada

As compras online só crescem e com elas a quantidade de embalagens de papelão que, depois de usadas uma única vez, são descartadas. Pois o designer chinês Yu-Chang Chou, radicado em Londres, criou uma sacola capaz de diminuir o uso das embalagens nas comprar feitas pela internet.
Batizada de Repack, a sacola pode ser usada até 200 vezes, segundo Chou. O produto tem duas partes – uma camada externa feita de garrafas plásticas recicladas e uma almofada interna feita de um material que normalmente é utilizado em roupa esportiva de proteção.
Quando a sacola chega à casa do cliente, ele abre, pega sua mercadoria e a dobra novamente. Depois, é só colocar nas caixas de correio que já existem pela cidade e que são cada vez menos utilizadas para cartas tradicionais. A ideia é que o cliente pague um pequeno valor pela sacola no ato da compra, mas assim que devolvê-la receberá o dinheiro de volta.
Por enquanto, no entanto, a Repack é apenas um conceito (Foto: Divulgação)
Chou contou à “Fast Company” que a ideia de criar a Repack surgiu a partir do hábito consumista de sua mulher. “Minha mulher gosta muito de comprar online, então sempre que eu vou para casa eu vejo caixas de papelão e plástico bolha. Eu percebi que a maioria das caixas ficam em bom estado e poderiam ser reutilizadas, mas os consumidores não usam essas caixas depois.”
A Repack tem três tamanhos diferentes, que atendem a maioria dos produtos comprados pela internet – roupas, livros e pequenos eletrônicos.
Por enquanto, no entanto, a Repack é apenas um conceito. Chou a criou para uma apresentação de faculdade no Royal College of Art, mas espera que a ideia se torne viável comercialmente.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Tipografia – Como escolher ?

1- Serifadas
Sofisticadas e clássicas os famosos traços ou prolongamentos que são usados nas fontes são muito usados para transmitir características sofisticadas, clássicas e tradicionais. Se você está se iniciando na tipografia, ou se você quer dar tom de autoridade no layout, está no caminho certo. As serifas originaram-se no talhar das letras em pedra, e são consideradas uma herança da caligrafia manual. Deve ser por isso que ainda faz tanto sucesso.
1.1 Baskerville
Possui adornos super elegantes, e se encaixa super bem em títulos, livros e layouts sofisticados.
1.2 Bodoni
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Essa é realmente velhinha, foi criada no séc.19 e depois passaram para a versão digital. Se encaixa bem em posters, textos de livros e revistas. Tem um toque atraente que pode representar romance e elegância.
2- Sem Serifas
Sem patilhas: uma selecção das mais representativas famílias de fontes «sans». As mais emblemáticas criações do século XIX e XX.
As primeiras letras sem serifa (sans-serif) apareceram por volta de 1820.
Na Alemanha as fontes sem serifa eram chamadas Steinsschriften ou Grotesk, pela falta de estética que sugeriam aos compositores.
Ao principio, eram utilizados em corpos grandes e sem muito contraste, destinavam-se a cartazes e a outras utilizações de textos curtos, não a texto corrido.

2.1 Futura
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A Futura é uma família tipográfica sem-serifa considerada como um dos símbolos do modernismo no design gráfico. A fonte foi desenhada em 1927 por Paul Renner baseado em princípios rigidamente geométricos, inspirada nos ensinamentos da Bauhaus.
A futura foi uma das fontes mais populares do século XX, especialmente nas décadas de 1950 e 60 devido à sua limpeza e impacto.

 2.2 Helvética
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Quem nunca ouviu falar nela? A Helvética é uma fonte tipográfica sem-serifa considerada como uma das mais populares ao redor do mundo. Foi criada em 1957 pelos designers  Max Miedinger e Eduard Hoffmann.Devido às preocupações que originaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico.
Fonte: http://www.designculture.com.br/

5 dicas para "pensar fora da caixa" e inovar na sua empresa


A inovação é essencial para a sobrevivência de uma empresa. É simples: muitos negócios começam com uma solução disruptiva e todo o mercado, sem exceção, precisa "pensar fora da caixa" para sobreviver ao impacto. No entanto, o Brasil não tem uma cultura inovadora forte – na verdade, ela é bem fraca. A opinião é de Sergio Cavalcante, CEO do centro de estudos pernambucano Cesar.
Em palestra na Open Innovation Week, evento que ocorre até 4/12 em São Paulo, Cavalcante falou do que é necessário para estabelecer uma cultura de inovação para fazer diferente. Saiba como:
1. Saia do seu mundinho
Segundo Cavalcante, a maior parte dos novos empreendedores foca no desenvolvimento de aplicativos, que normalmente são voltados para "redes sociais, barzinhos e pegação". "As pessoas só pensam na realidade delas, sendo que há inúmeros problemas a serem resolvidos. É importante ver a realidade dos outros", diz.

2. Tenha "Ge.N.Te"
O capital humano é essencial. Cavalcante reúne as capacidades importantes para estimular a inovação no acrônimo "Ge.N.Te". "As empresas precisam de profissionais que gostam de gente, de negócios e de tecnologia. Com eles, fica mais fácil inovar."

3. Transforme problemas em oportunidade
Na opinião do diretor do Cesar, estar em um ambiente com problemas culturais e estruturais, como o Brasil, também tem suas vantagens. "Problemas são oportunidades para quem quer criar soluções para pessoas e empresas. Isso é bom", afirma Cavalcante.

4. Se preciso, "mate" o próprio negócio
Empresas já consolidadas podem, conforme o surgimento de tendências, mudar seu negócio. Pode ser, aliás, necessário "matar" a própria empresa. "A [rede de locadoras] Blockbuster morreu pelas mãos dos filmes por streaming do Netflix. Se a Blockbuster tivesse se reinventado, "se matado" antes e ressurgido com um modelo mais atual, a companhia poderia ter sobrevivido", diz Cavalcante.

5. Não tenha medo de errar
Os brasileiros têm medo da falha, ao contrário do que acontece em lugares como os Estados Unidos – lá, o erro é valorizado e implica que a possibilidade de uma quebra é menor. Às vezes, os empreendedores brasileiros não inovam por medo de se prejudicar, de acordo com Cavalcante. "Não podemos ter medo. O erro faz parte do jogo. Ao percebermos isso, tornamos o ambiente de trabalho mais propício à inovação."

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

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