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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

9 lições sobre design que aprendemos com Chaves

O seriado Chaves é realmente um marco na vida de muitos. Mas talvez você ainda não tenha notado que podemos tirar lições da obra de Roberto Bolaños que nos ajudarão profissionalmente.
Confira abaixo nove lições sobre design que aprendemos com Chaves:

1) Uma boa apresentação faz toda diferença

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Lembra-se do episódio da barraca de refrescos? A barraca do Chaves foi rapidamente ofuscada pela barraca do Quico: mais bonita, mais moderna, mais profissional.
No design, é preciso sempre focar na apresentação dos seus serviços. Por mais que a qualidade ainda seja a coisa mais importante, o cliente pode escolher justamente a apresentação – o site, o cartão de visitas, a identidade visual – como o fator decisivo de escolha entre você e seu concorrente.
Investir em um bom visual e impressionar o cliente pela apresentação é algo que agrega valor aos seus serviços.

2) Aproveite eventos para se autopromover

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Nos episódios sobre o festival da boa vizinhança, cada personagem da vila aproveitou o evento para mostrar suas habilidades teatrais e musicais.
Como você, designer, encara os eventos da área? É claro que você não subirá ao palco para recitar “a volta do cão arrependido”, mas é importante encarar tais eventos como oportunidades de se autopromover e fazer networking com outros profissionais.

3) Tirar férias é essencial

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Nos episódios em Acapulco, vemos os personagens de férias, em uma bela praia e um lindo hotel.
Todo profissional precisa de férias. Por mais recompensador (e até viciante) que seja trabalhar, desligar o computador e tirar alguns dias para esquecer dos projetos é essencial.
É importante que todo designer – em especial aqueles que trabalham por conta própria – planejem suas férias. No retorno ao trabalho, a energia e a criatividade estarão recarregadas.

4) Um bom empreendedor nunca desiste

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O personagem de Ramón Valdés, o Seu Madruga, é a verdadeira personificação da perseverança. A cada episódio, lá estava ele se virando como podia. A lista dos seus trabalhos é enorme: sapateiro, vendedor, pintor, carpinteiro, e por aí vai.
Na vida empresarial, também é preciso ser perseverante. Trabalhar por conta própria pode ser frustrante, pois nem sempre as coisas saem como se esperavam. Mas é preciso tentar coisas novas todos os dias e não desistir nas primeiras falhas.

5) As contas sempre chegam

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O personagem de Édgar Vivar, o Seu Barriga, é um constante lembrete de que as contas sempre estarão presentes em nossas vidas.
Por isso, mais uma vez o planejamento é essencial. Saber quais são seus custos mensais o ajudarão a administrar melhor a vida financeira.
Um designer que tem um bom planejamento financeiro acaba se preocupando menos com contas, pois não gasta mais do que recebe, e assim consegue fazer com que sua vida profissional flua mais livremente.

6) É preciso ter cuidado ao entrar em uma sociedade

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Quando Seu Madruga e Dona Florinda firmam uma sociedade para venda de churros, o resultado não poderia ter sido outro: o fracasso total.
Antes de entrar em uma sociedade, tenha muito cuidado com o tipo de pessoa com quem irá se associar. Mesmo que seja um colega de faculdade ou um amigo de muitos anos, é preciso descobrir se sua forma de pensar e administrar um negócio é semelhante a do seu futuro sócio.
Além disso, é importante que suas habilidades sejam complementares e que não entrem em conflito criativo com as habilidades da outra pessoa.

7) As aparências podem enganar

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No episódio em que Chaves, Quico e Chiquinha precisam entrar na casa da brux… digo, da Dona Clotilde, a imaginação rola solta e eles fantasiam sobre a experiência.
Muitas vezes um designer (talvez por ser criativo até demais) acaba fantasiando muito sobre aquela reunião com um cliente importante ou aquela temida entrevista. Dessa forma, a ansiedade e a insegurança podem aumentar ao imaginarem situações extremas.
É importante manter a calma para passar segurança ao seu cliente ou futuro empregador.

8) Terceirizar serviços requer muita cautela

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No episódio em que Dona Florinda pede ao Chaves que compre um bolo, com intuito de dizer ao Professor Girafales que foi ela que fez, tudo dá errado. E depois, quando Chaves tenta consertar o erro fazendo um bolo junto com a Chiquinha, as coisas só pioram.
Muitas vezes é preciso terceirizar algum serviço para que o mesmo seja entregue na data estipulada. Não há nada de errado com isso. Porém, é necessário muita cautela na escolha do profissional que executará o serviço para você.
Lembre-se que independente do profissional terceirizado que faça o serviço, é a sua reputação que está em jogo. Tenha muito cuidado, para não entregar projetos nas mãos de pessoas desqualificadas.

9) A falta de comunicação pode ser catastrófica

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A famosa frase “já chegou o disco voador” é um clássico exemplo de como a falha na comunicação pode estragar qualquer plano.
Dentro de uma agência de design ou mesmo entre o freelancer e seus clientes é preciso que haja constante comunicação para evitar problemas futuros e irritação desnecessária.
E você? Consegue extrair mais alguma lição do seriado Chaves? Comente logo abaixo!
Fonte: http://www.designerd.com.br/

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5 dicas para brilhar em apresentações de ideias

Uma ideia boa também merece ser bem apresentada. Confira 5 dicas que podem fazer a diferença no “sim” ou no “não” do seu cliente.
Você teve uma super ideia, fez uma linda execução, mas precisa apresentar tudo isso para o cliente. Ou melhor, precisa vender isso para o cliente. Uma ideia pode ser boa por si só, mas uma boa apresentação faz toda a diferença.
Este post não é uma fórmula do sucesso, até porque, trabalhar com humanos não é tão exato como 2+2. Mas estas dicas podem ser bem úteis, pois um bom trabalho não é só mexer bem na sua tabletatrás de uma telinha. Encarar o cliente talvez seja a parte mais difícil.
Estas dicas vieram de observação pessoal, tanto errando, quanto acertando ou observando performances alheias. Anota com carinho:

1 – Sua ideia precisa ser uma solução

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Imagem via Shutterstock.
Ao defender sua ideia, você precisa mostrar de onde ela veio e para quê ela serve. Primeiro, contextualize o cliente no cenário atual. Depois apresente a tensão e o questionamento de como o problema pode ser resolvido. E, por fim, a ideia / solução e seus desdobramentos. Fechar com uma conclusão, em alguns casos cabe bem, principalmente quando a parte das ideias é mais longa. Uma leve relembradinha. 

2 – Açúcar demais estraga

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Imagem via Shutterstock.
Caprichar no storytelling é lindo. Rechear sua apresentação com pesquisas e dados numéricos pode ser bom. Imagens inspiradoras, citações, soluções de problemas etc. Tudo que uma bela apresentação deve ter. Mas… Tudo em excesso faz mal. Você pode pecar por excesso de telas e deixar tudo muito, muito chato e demorado. Cuidado para não exagerar na sua defesa e não transformar um papo de 20 minutos em 2 horas e a galera dormir na mesa.
Para este tópico, fica um curta do biscoito do Shrek como ensinamento (começa em 4:50):

3 – Você faz parte da sua apresentação

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Imagem via Shutterstock.
Apresentar uma apresentação. Isso parece meio redundante, mas é a mais pura verdade. A sua performance como porta-voz pode deixar tudo muito legal ou extremamente cansativo. Se você não encheu linguiça nas suas telas, se sua ideia tem fundamento e um bom storytelling, agora é com você. Claro que falar em público é algo que se desenvolve com o tempo e com a prática. Nem todo mundo nasceu showman. Então não se frustre se essa listinha abaixo não for cumprida de primeira:

Passe segurança no falar

Nada de ficar lendo o que está escrito na tela. Não encolha o seu corpo, ele também fala. Imposte a voz, fale bem as suas palavras. Você precisa ser, no mínimo, entendido, para depois ter sua ideia julgada.

Pense no que seria legal pra você

Se fosse você que estivesse do lado de lá, o que você gostaria? Uma verborragia ou uma apresentação alternada entre fatos, vídeos, perguntas interativas? Planeje como sua apresentação vai acontecer como se você fosse o cara do lado de lá, que precisasse ser convencido. Cuidado para não transformar a apresentação em um circo e deixar a ideia pra lá.

Nada de vícios de linguagem

Não tem coisa pior do que ouvir um orador que fica o tempo todo falando  ”né?”,  ”tipo”, “entende?”, “sabe?”. Sério, já vi palestras em que o orador repetia tanto um vício de linguagem que eu deixei de absorver o conteúdo para contar as vezes em que a mesma palavra era repetida. Se você não percebe que faz isso, peça o feedback de alguém que assistiu, grave sua performance.

4 – Afinal, você é designer

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Imagem via Shutterstock.
Oras, esta dica é bem óbvia para quem é designer ou diretor de arte. Mas não custa lembrar. Suas telas precisam ser visualmente atrativas. Um power point cheio de textos em cada slide, sem preocupação com layout, não vende. É a mesma coisa que entrar um site de ecommerce horroroso. Você compraria lá? Passa credibilidade?  Se um designer não tem cuidado com o visual da sua “aprê”, imagine com a execução da ideia. É assim que o seu cliente pensa. Aliás, se você puder usar o Indesign, é bem melhor de criar grids e regular a tipografia, hein?

5 – Além da apresentação

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Imagem via Shutterstock.
Assim como em um relacionamento, nem só do encontro é feito um namoro. O lugar e as circunstâncias que envolvem a aprê também influenciam. Som ruim, equipamento bugado, iluminação errada, cores mal reguladas no telão, atraso do apresentador. Isso não ajuda. Cuide bem do seu cliente, prepare o ambiente, e aí peça em namoro. No sentido figurado, claro. Ah não ser que… Sei lá… Role um clima mesmo, rs.
Bom, depois disso tudo, só torcer pra ouvir um SIM!!!
Fonte: http://www.cutedrop.com.br/

Regulamentação da profissão de designer pode seguir a sanção

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, nesta quarta-feira (12), projeto que regulamenta a profissão de designer. OPLC 24/2013do deputado Penna (PV-SP), determina que somente os titulares de curso superior, ou pessoas com experiência mínima de três anos até a data de publicação da lei, possam exercer a profissão de designer. Se não houver recurso para votação em Plenário, a proposta seguirá para a sanção presidencial.

Pela proposta, fica vedada a entrada no mercado de trabalho de pessoas sem a adequada qualificação para realizar atividades envolvendo desenhos industriais, pesquisa, magistério, consultoria e assessoria, conexas aos desenhos. Além disso, o fruto do trabalho do designer passa a ser protegido pela Lei dos Direitos Autorais.

Os diplomas de graduação que serão considerados válidos são os emitidos pelos cursos de Comunicação Visual, Desenho Industrial, Programação Visual, Projeto de Produto, Design Gráfico, Design Industrial, Design de Moda e Design de Produto, reconhecidos pelo Ministério da Educação.

O projeto prevê punição para a pessoa física ou jurídica que usar a denominação designer ou empresa de design sem cumprir os critérios estabelecidos na lei. A pena será advertência, após denúncia ao órgão fiscalizador, com um prazo de 180 (cento e oitenta) dias para regularizar sua situação. Esgotado esse prazo, a pessoa ou empresa que permaneça em desacordo estará sujeita às sanções previstas na Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688/1941).

Para o relator da proposta, senador Paulo Davim (PV-RN), a proposta representa um avanço nas relações entre capital e trabalho.
Fonte: http://www12.senado.leg.br/

Quais são os gêneros de jogos de vídeo game?

Para aqueles que desejam trabalhar com o design de games é muito importante conhecer os gêneros de jogos que são comuns de serem projetados. Hoje eu vou apresentar alguns dos principais gêneros e subgêneros de jogos e uma descrição de como cada um deles funciona.
Depois que eu escrevi um artigo aqui no blog falando um pouco sobre o design de games um grande número de pessoas começou a me escrever fazendo perguntas sobre essa área do design e me pedindo para falar sobre ela mais vezes aqui no Design Zero Um.
Você pode conferir o artigo intitulado “O que é Design de Games?” que escrevi aqui no blog e que originou as postagens que mencionei.
Sendo assim, atendendo aos pedidos de vocês eu decidi me dedicar com um pouco mais de frequência em escrever sobre o design de games que é uma área que eu adoro e venho procurando aprender mais e mais a cada dia e por isso espero que curtam o artigo dessa semana.
Hoje em dia com o crescimento da área de desenvolvimento de jogos de vídeo games e de aplicativos para celular é cada vez maior o número de designers que se interessam por essa área fascinante e que possui os profissionais que mais se divertem.
Existe uma infinidade de jogos disponíveis no mercado porém a grande maioria deles se enquadra em pelo menos um dos gêneros que vou descrever aqui, que possuem uma estrutura bem definida e que vem dando certo a muitos e muitos anos.
Sendo assim quando você estiver pensando em projetar um jogo de vídeo game procure fazer isso dentro de um desses formatos, avaliando os jogos dessa categoria e observando a sua estrutura e as peculiaridades do gênero.
Prince Paul

Ação

O gênero de ação é um dos que mais atraem adeptos por permitir que o usuário participe de uma aventura repleta de desafios e muita ação. Esse gênero exige que o jogador possua uma boa coordenação entre mãos e olhos para executar as ações exigidas. O gênero de ação possui vários subgêneros.
  • Aventura de ação
Esse subgênero se caracteriza pela resolução de quebra-cabeças e objetivos baseados em uma história longa onde o jogador coleciona itens e os utiliza para conseguir avançar nas fases e na resolução dos quebra-cabeças. Exemplos de jogos nessa linha seriam Prince of Persia e Tomb Raider.
  • Ação arcade
Podemos considerar dentro desse gênero qualquer jogo que apresente as características dos primeiros jogos de arcade com pontuação, tempos curtos em cada fase e com gameplay de reflexos como por exemplo Metal SlugDiner Dash.
  • Plataforma
O subgênero plataforma apresenta normalmente um personagem mascote pulando ou rolando por um ambiente de “plataformas”, o personagem ainda pode atirar ou lutar de alguma forma. Um exemplo clássico desse subgênero são os jogos da série Mario da Nintendo.
  • Ação furtiva
Esses são aqueles jogos de ação em que ao invés de lutar com os inimigos você deve evitá-los e um dos jogos que melhor representa esse subgênero e que é um dos meus favoritos são os jogos da série Metal Gear.
  • Luta
Talvez o subgênero que eu mais goste, nesse subgênero os jogos apresentam dois ou mais personagens que se enfrentam com golpes e poderes especiais em um ambiente de arena. Exemplos desse subgêneros são os jogos da série Street Fighter e Mortal Kombat.
  • Beat’ em up/hack’ n’slash
O nome é complicado e serve para identificar os jogos onde os jogadores tem de enfrentar uma leva de inimigos e onde a dificuldade vai sendo gradualmente aumentada. Um exemplo desse subgênero, e que foi um dos meus jogos favoritos, é o jogo Final Fight.
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Shoter

Esse gênero consiste basicamente em atirar projéteis em inimigos. Assim como os jogos de ação eles exigem grandes reflexos dos jogadores e possui uma série de subgêneros que se diferenciam pela visão e posicionamento da câmera.
  • First person shooter
Esse subgênero do shoter é caracterizado pela utilização da câmera em primeira pessoa, ou seja, da perspectiva do jogador, normalmente você consegue ver apenas a arma e as mãos do personagem. Um exemplo desse subgênero é o jogo Counter Strike.
  • Shot’em ups
Esse subgênero de shoter são em estilo arcade onde os jogadores devem atirar em uma grande quantidade de inimigos e evitar uma série de obstáculos, também não necessariamente precisam ser com personagens humanos mas normalmente são veículos como naves espaciais e podem ser apresentados em diferentes ângulos de câmera por exemplo Space Invaders.
  • Third person shoter (TPS)
Basicamente um shoter onde a câmera é posicionada atrás do personagem permitindo que o jogador o veja de forma total ou parcial e também tenha uma melhor percepção do cenário. Um ótimo exemplo desse subgênero é a famosa série Grand Theft Auto.
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Adventure

Os jogos do gênero adventure são caracterizados pela coleta de itens, gerenciamento de inventário e resolução de quebra-cabeças e desafios, os primeiros jogos dessa linha eram puramente baseados em textos. Um exemplo de jogo desse gênero é Devil May Cry.
  • Adventure gráfico
Neste subgênero os jogadores interagem com o ambiente utilizando o mouse ou um cursor para revelar pistas e navegar pelo cenário como por exemplo nos jogos da série Monkey Island.
  • Role-Playng Game (RPG)
Um dos principais subgêneros do adventure e com certeza um dos que mais faz sucesso no mundo dos games, nesse subgênero os jogadores interpretam personagens escolhendo uma classe e pontuando estatisticamente suas habilidades em combate. Exemplo: Star Wars: Knights of the Old Republic.
  • Massively multiplayer online role-playing game (MMORPG)
Basicamente segue a mesma linha do subgênero Role-Playing Game porém permitindo a presença de centenas de jogadores no mesmo ambiente e baseando as lutas em jogador versus jogador, como por exemplo em World of War Craft e DC Universe Online.
  • Sobrevivência/terror
Nesse subgênero os jogadores precisam sobreviver em um cenário de terror e gerenciar os seus recursos limitados como munição por exemplo, alguns dos jogos que melhor representam esse subgênero são os jogos da sérieResident Evil Silent Hill.
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Construção/gerenciamento

Neste gênero bem popular os jogadores devem construir e expandir uma determinada locação se utilizando de recursos limitados, eles podem ser baseados em histórias ou “brinquedos”. SinCity e Zoo Tycoon são bons exemplos desse gênero.

Simulação de vida

Muito semelhante ao gênero de construção e gerenciamento porém aqui o jogo é muito mais baseado no desenvolvimento de relações com formas de vida artificiais como por exemplo no jogo The Sims e Princes Maker.
  • Simulação de bichos de estimação
Este subgênero foi baseado nos famosos jogos de bolso Tamagotchi digital pet porém mais ampliado e consiste na criação de um bicho de estimação que deve ser alimentado e cuidado. World of Zoo é um bom exemplo desse subgênero.

Música/ritmo

Aqui basicamente o jogador tenta acertar o ritmo ou a batida de uma música para fazer pontos. Alguns exemplos de jogos nessa linha são Simon e Rock Band.

Festa

Os jogos da categoria festa são projetados para múltiplos jogadores e baseado no jogo com competições e muito frequentemente o modo de jogo é apresentado no formato de minigames como por exemplo em Mario Party eBuzz!.

Quebra-cabeças

Nos jogos de quebra-cabeça o jogador deve utilizar a lógica para completar padrões e outros desafios semelhantes, podem ser lentos, metódicos ou exigir coordenação entre mãos e olhos como por exemplo nos jogos da série Tetris.
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Esportes

Esses jogos se baseiam em competições esportivas sejam elas atléticas como o futebol ou o basquete, ou radicais como skate e snowboard. É bem comum vermos lançamentos anuais desse gênero. Exemplo desse tipo de jogo é a série Tony Hawk.
  • Gerenciamento  de esporte
Já nesse subgênero o jogador ao invés de jogar diretamente o esporte deve gerenciar atletas ou clubes como por exemplo em FIFA Manager ou a série NFL Head Coach.

Estratégia

Os jogos de estratégia podem acontecer em ambiente histórico ou fictício e vão desde xadrez até Civilization, o principal foco desse gênero são pensamento e planejamento. Possui também alguns subgêneros.
  • Real Time Strategy (RTS)
O subgênero dominante dos jogos de estratégia, esses jogos são em ritmo acelerado e se baseiam nos “quatro x’s”: expansão, exploração, extração e extermínio. Exemplos desses jogos são a série Comand and Conquer e a série Down of War.
  • Baseado em turnos
Nesse subgênero o ritmo do jogo é mais lento, isso permite que os jogadores tenham mais tempo para pensar nas estratégias que pretendem utilizar. Exemplos desse subgênero são a série X-Com e a série Advance Wars.
  • Defesa de torre
Nesse subgênero os jogadores criam “torres” que ficam atirando automaticamente e que mantêm os inimigos longe como por exemplo nos jogos Defense Grid: The Awakening e Lock’s Quest.
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Simulação de veículo

Nesse gênero os jogadores simulam a direção e pilotagem de um veículo que pode ser tanto um carro quanto uma espaçonave. Nesse gênero sempre existe a tentativa de tornar a experiência tão “real” quanto possível.
  • Corrida
Nesses jogos os jogadores competem em uma corrida e normalmente precisam gerenciar os seus veículos. Esse tipo de jogo também pode ser mais voltado a ação ou buscar experiências mais realistas como por exemplo os jogos da série Need For Speed ou Lunar Lander.
  • Voo
Aqui os jogadores pilotam aeronaves e pode ser focado tanto na simulação de voo ou pelo combate entre as aeronaves, exemplos desse tipo de jogo seriam o Microsoft Flight Simulator e Ace Combat.

Concluindo

Esses gêneros apresentados aqui são apenas uma pequena parte de uma série de outros subgêneros que podem ser encontrados no mercado de games. Muitos outros gêneros e subgêneros estão constantemente sendo desenvolvidos e é importante lembrar que muitos jogos também podem combinar diferentes gêneros.
Muito bem pessoal eu espero que vocês tenham gostado do artigo de hoje que abordou um pouco mais sobre o universo dos games, quero convidar todos vocês a ficarem ligados no Design Zero Um pois mais artigos sobre design de games serão publicados por aqui.
Agora você pode participar compartilhando a sua opinião e o seu comentário respondendo: qual o seu gênero preferido para jogos de vídeo game? Lembra de algum que não foi listado aqui?
E se você gostou desse artigo e ele te ajudou de alguma forma não se esqueça de clicar em curtir e de compartilhar. Não se esqueça de me acompanhar nas redes sociais TwitterInstagramFacebookBehance e tudo mais. Abraço a todos e valeu.
Referência: Level Up – Um Guia Para o Design de Grandes Jogos.

Fonte: http://minutodesign.com.br/
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