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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Como trabalhar com equipes em fusos horários diferentes

Em um projeto que nunca dorme, feio é você dormir no ponto
E aí, um belo dia, você contrata ou é contratado por alguém de outro país. Mais do que isso: por alguém que está em um fuso horário totalmente diferente do seu. Longe de ser um problema, a situação pode ajudar você a aprender a trabalhar em equipes de produção contínua, com mais horas produtivas. Outra vantagem bem bacana é entrar em contato com outra cultura e jeito de fazer as coisas, o que é sempre bom.
Mas, como nossos leitores querem mesmo é dica, aí vão algumas ideias para você se encaixar neste tipo de equipe e fazer bonito. Vale lembrar que as dicas também funcionam para gestores de times dispersos geograficamente e, claro, clientes contratantes.


Dica 1: troque comunicação excessiva por ferramentas
Como o tempo é uma das principais variáveis em projetos com pessoas em fusos horários diferentes, a constante comunicação – tão típica do povo brasileiro – , deve ser colocada de lado e ferramentas de controle de tarefas devem assumir a posição principal. Temos várias no mercado, algumas já testadas aquiBasecamp, Treello ou Todoist, escolha a sua e vá a luta!
Dica 2: aproveite as duas zonas de horário
Na prática, este tipo de time tem dois grandes grupos de horas de trabalho. Ou seja, uma manhã que começa muito cedo e um final do dia que se estende até altas horas. Então, distribua tarefas de forma a um “slot” de tempo complementar o outro. Um exemplo: sabe aquela tarefa da turma que vai até mais tarde? Que tal se ela for o pré-requisito da que vai começar no outro dia mais cedo? Captou?
Dica 3: aproveite a distância para praticar a “delegação de tarefas”
Essa vai para quem é líder de projeto ou até mesmo cliente. É difícil resistir a dar aquela voltinha pela mesa dos seus profissionais (sejam eles freelancers, sócios ou empregados) quando eles estão logo ali ao lado, né? Eis uma vantagem de equipes que tem um oceano entre elas: você vai ter que aprender a delegar. Confie mais e supervisione menos!
Dica 4: capriche no lado multimídia da comunicação
E quando aquele alinhamento de informações for inevitável, procure priorizar ferramentas como Skype, Facetime, Hangouts e semelhantes. Mandar tudo por e-mail quer dizer, na prática, que o entendimento nunca será 100% e que levará mais um dia para você receber a resposta de volta. Falar (quase) cara a cara com o seu time, em momento chave, é fundamental.

Agora vocês complementam!

É claro que devem existir boas práticas suficientes para encher uma homepage inteira. Mas, que tal utilizar os comentários logo abaixo para dar o seu pitaco? Temos muitos leitores em Portugal, EUA e Alemanha: falem daí , pessoal!
Fonte: http://carreirasolo.org/

EUA registra 53 milhões de freelancers em última pesquisa

Os EUA é o mundo todo têm passado por mudanças significativas nos últimos anos. Embora a propaganda do “2014 é o ano do Concurso Público no Brasil”, mais e mais pessoas têm aderido a um estilo de vida que troca o “salário + benefícios” por uma vida de projetos. De empreitada em empreitada elas montam sua independência financeira e, claro, buscam melhor qualidade de vida.
O movimento é mais intenso em cidades americanas, claro, a crise por lá anda solta. #ironia. Interessados em medir e entender melhor este movimento, grandes players do segmento se uniram para promover um estudo de campo sobre esta nação de empreendedores pessoais.
A pesquisa “Freelancing in America: a national survey os the new Worlforce”, foi promovida pelos sites Freelancers UnionElance e ODesk, com o auxílio técnico da Edelman Berland, empresa de pesquisa independente.

O que eles constataram?

Que 34% da força de trabalho americana é composta de gente como você, freelancer, que podem ser definidos como “indivíduos envolvidos em algum com algum tipo de atividade complementar, baseada em contrato temporário ou projeto nos últimos 12 meses”. São 53 milhões de pessoas que, juntas, injetaram 715 bilhões na economia do país. Aliás, é praticamente um outro país de tanta gente, certo?
Além das considerações sobre qualidade do trabalho e horas dedicadas ao mesmo, um número chama atenção: 36% dos entrevistados alegaram que pensam em dar seu “salto de fé” rumo a uma carreira freelancer Full Time. Sentem o mesmo por aqui? O que acham?
Um ponto interessante é que a pesquisa sinaliza também cinco tipos de Freelacer, no lugar dos dois que normalmente citamos em nossos programas.
5-tipos-de-freelancer
São eles:
1 – Independentes – São os nossos “Full time”. Eles vivem de projeto em projeto, trabalhando para vários contratantes
2 – Moonlighters – Esses são o “part time”, têm empregos tradicionais durante o dia e freelam nas madrugas. Se encontrou?
3 – Trabalhadores diversificados – São os que tem mais fontes de renda, sendo uma delas freelancer em uma área totalmente diferente.
4 – Temporários – São contratados a cada vez por um único contratante por determinado tempo
5 – Freelancers Empresários – Embora tenham seus negócios, consideram-se também freelancers. Olha a contemconteudo.com aí , gente!
Fonte: http://carreirasolo.org/

Quadrinhos Ácidos!




Fonte: http://www.quadrinhosacidos.com.br/

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