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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Livro "Endgame" premiará com US$ 500 mil quem desvendar seu mistério


Nova York, 14 out (EFE).- Em plena crise do mercado editorial, James Frey lidera o projeto "Endgame: O Chamado", "um romance do século XXI", segundo o próprio autor, que, além de abraçar as novas tecnologias, esconde pistas que levarão a um prêmio de US$ 500 mil para o primeiro leitor que resolver seu mistério.

"Não tenho vergonha de dizer que espero vender milhões de cópias com este livro e que ele tem uma vocação comercial. Isso não significa que eu seja um cínico que escreve pensando em uma ideia milionária. Simplesmente tentei oferecer ao leitor a coisa mais legal que veio na minha cabeça", disse à Agência Efe o autor, que propõe uma competição global e lançou seu livro simultaneamente nesta semana em 30 países.

James Frey parece ter aprendido a lição e tenta deixar suas intenções claras desde o princípio. "Claro que é um projeto comercial. Com Google, 20th Century Fox, Harper Collins e Cesar Palace o financiando, o que você acha?", perguntou.

Longe ficam já as polêmicas de "Um Milhão de Pedacinhos", livro publicado em 2003 que conta suas memórias de superação de problemas com drogas e álcool, mas que depois teve que ser redefinido como um livro de semificção por causa das licenças literárias que tomou com sua própria vida.

Por isso, agora decidiu dizer claramente e embarcar em uma fantasia infantil (fazer um quebra-cabeças literário similar ao de um de seus livros favoritos quando era criança, "Marquerade", de Kit Williams), mas "com todos os discursos oferecidos pelo mundo de hoje".

Um filme, um jogo de videogame, a ajuda da geolocalização para seguir a aventura de "Endgame" na vida real e até 50 contas em redes sociais que vêm criando uma legião de admiradores há um ano, para aquecer a promoção da obra, são parte do fenômeno "Endgame", que consistirá em uma trilogia literária: "O Chamado" é só o primeiro de três atos.

Agora, o recurso de espalhar pistas pelas páginas para encontrar esses US$ 500 mil talvez seja o mais polêmico, que poderia ser interpretado como uma ação desesperada por atrair um leitor que, segundo o próprio autor, está cada vez mais entediado.

"O dinheiro é meu. Poderia ter colocado ele em um fundo de investimentos, tê-lo guardado para os estudos dos meus filhos", se defendeu o autor, que compartilha os créditos da obra com Nils Johnson-Shelton, pois o projeto, além de um ano de desenvolvimento literário, levou 12 meses à procura de empresas associadas e 18 para o desenvolvimento e coordenação de todas as plataformas.

"Não me importa os motivos que levarão as pessoas a ler meu livro, desde que o leiam e desfrutem da história", disse Frey, que garantiu que o mistério presente na obra é "incrivelmente difícil" de ser solucionado (a editora estima que, no melhor dos casos, levará cerca de nove meses para relacionar as provas) e que não sabe qual será o perfil de leitor que irá consegui-lo.

"Tomara que seja um senhor checo de 80 anos ou uma mulher de 70 em Sevilha (Espanha). Estou convencido que vamos nos surpreender", afirmou.

Apesar de toda a parafernália que cerca o "Endgame", Frey considera que, na realidade, não passa de "uma história e personagens que prendem o leitor, que o fazem sofrer, se assustar, emocionar. Um livro de cabeceira para ler todas as noites", disse.

A obra conta a história de 12 linhagens milenárias que lutam entre si para sobreviver, escolhendo um representante que esteja preparado para uma catástrofe iminente.

Uma dúzia de civilizações antigas das quais Frey faz um resumo histórico, "não com a intenção de ensinar, mas de entreter" e que o autor ficaria encantado, caso o livro seja responsável por "levar alguém a querer saber mais sobre elas".

Além disso, Frey decidiu não incluir entre essas civilizações o mundo de hoje. "O mundo de hoje é uma ruína. É fascinante, terrível. Mas suponho que nem mais, nem menos, de como o mundo sempre foi", garantiu.

No entanto, assegurou, apesar de as aventuras sempre o levarem a outras épocas (seu escritor favorito é Alexandre Dumas, especialmente seu livro "O conde de Montecristo"), sua vida, nos dias atuais, não é menos trepidante.

"A vida tem que ser assim, uma aventura em si mesma. E este projeto foi o mais arriscado, frenético e aventureiro que já fiz", concluiu.


Fonte: uol.com.br

Um aplicativo gratuito para freelancers controlarem suas finanças

Trabalhar por conta própria envolve ter certa medida de disciplina e organização quando o assunto é controle financeiro.
Afinal, por não ter uma renda fixa mensal, o profissional precisa regularmente saber seus lucros mensais para planejar ações e fazer mudanças caso necessário.
O controle financeiro pode ser feito de várias formas, até mesmo no velho e conhecido caderno. Porém, temos opções mais interessantes, mais dinâmicas e ainda assim gratuitas.
É o caso da Zero Paper, um excelente gerenciador financeiro voltado à freelancers e pequenos empresários. Inclusive já falamos sobre ele aqui no blog, lembra-se? Clique aqui para ver nossa matéria sobre a Zero Paper.
Uma excelente notícia para quem gosta de usar aplicativos é que a empresa acabou de lançar uma versão do seu gerenciador financeiro para celulares e tablets, o ZeroPaper Mobile.
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Sobre o aplicativo

O aplicativo permite ao pequeno empresário ou freelancer organizar suas despesas de forma rápida e eficiente, oferendo até mesmo a possibilidade de incluir fotos de comprovantes de pagamento para armazená-los em arquivos de controle financeiro.
Os comprovantes podem ser automaticamente geolocalizados e associados a fornecedores usando a integração do aplicativo com a maior  rede social de localização do mundo, a Foursquare.
É realmente uma grande ajuda para que pequenos empreendedores possam ter controle sobre sua vida financeira e assim alavancar ainda mais seu negócio.
Fonte: http://www.designerd.com.br/

Como é composta uma equipe de design de games?

O setor do desenvolvimento de jogos de vídeo game vem crescendo aqui no Brasil e é para te ajudar a conhecer um pouco melhor esse ramo do design que preparei um artigo bem bacana explicando quais são os profissionais que normalmente estão envolvidos na criação de um jogo.
Olá pessoal, eu estou de volta depois de muito tempo longe do Designerd mas agora estou com muitas ideias novas para artigos e publicações que tenho certeza que vocês vão gostar bastante, por isso fiquem ligados nas minhas publicações aqui no blog.
Se você ainda não sabe eu sou apaixonado por jogos de vídeo game e principalmente pelo design de games, ou seja, a arte de desenvolver o design de um jogo de vídeo game.
Atualmente no Brasil o mercado de desenvolvimento de jogos está em constante crescimento e posso afirmar com toda certeza que o design de games é um dos melhores ramos do design para se estabelecer atualmente uma vez que ainda é muito pequena a quantidade de profissionais formados e preparados dentro dessa área.
Antes de entender um pouco sobre o design de games eu acreditava que um designer que projetava esses jogos precisava entender muito de programação e modelagem, porém eu aprendi que não é bem assim.
É claro que conhecer um pouco de cada coisa dentro do desenvolvimento de um jogo de vídeo game é uma grande vantagem, porém uma equipe de desenvolvedores de jogos possui profissionais distintos para cada uma das funções necessárias.
Pensando nisso hoje vou explicar quem são os profissionais que compõem uma equipe que irá desenvolver um jogo de vídeo game. Será que você não consegue se enquadrar em alguma dessas funções? Então vamos conhecer quem são esses profissionais.

Programador

O programador de um jogo de vídeo game trabalha de forma um pouco semelhante a um programador de web sites. Ele é o cara que irá escrever os códigos que irão possibilitar que textos sejam convertidos em imagens na tela.
Para fazer isso ele trabalha com linguagens de programação como C++ e Java. Entre outras coisas ele é o responsável por criar o sistema de controle que permite que o jogador interaja com o jogo, programar a física que irá afetar o jogador e outros personagens do jogo e desenvolver o sistema de inteligência artificial que irá controlar personagens não jogáveis e outros elementos do jogo.
Uma outra parte muito importante do jogo e que também está sob responsabilidade do programador é o controle e posicionamento da câmera que permite que o jogador visualize o ambiente do game.

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Artista

Nos primórdios do desenvolvimento de vídeo games os jogos eram criados inteiramente pelos programadores que pouco ou nada entendiam de arte, ilustração ou criação de personagem, o que acabava por deixar os jogos com uma aparência crua.
Foi a partir daí que surgiu a figura do artista, que passou então a ser o responsável pelo desenvolvimento da arte do jogo que pode envolver desde a criação dos personagens, arte dos cenários e até mesmo elementos gráficos de interface.
O artista pode se utilizar tanto de métodos tradicionais de criação artística como papeis, lapiseiras e lápis de cor quanto de equipamentos de modelagem e renderização digital.
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Designer

É claro que assim como o artista o designer também poderia atuar na criação da arte do jogo como personagens e cenários, porém o papel fundamental do designer é desenvolver as regras e ideias que irão compor o jogo.
O designer desenvolve os níveis em que o jogo irá acontecer, criam mundos, elementos e é o responsável também por projetar a jogabilidade do game identificando pontos que podem impedir o progresso do jogo ou até mesmo realizar ajustes na dificuldade do mesmo.
Ainda existem muitas outras funções que seriam de responsabilidade do designer porém de todas elas a sua principal função é tornar o jogo atraente e principalmente divertido.
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Produtor

O produtor é um dos que possuem uma grande responsabilidade no desenvolvimento do jogo, é ele quem supervisiona toda a equipe de desenvolvimento do jogo.
Entre as suas principais responsabilidades estão: gerenciar o cronograma da equipe, controlar o orçamento do jogo, escrever contratos, contratar membros para a equipe, representar a equipe para a gerência superior etc.
Os produtores inicialmente eram designers que também gerenciavam o trabalho dos membros da equipe, porém com o passar dos anos as funções do produtor foram se expandindo até o ponto de ele se tornar uma função única.
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Testador

Essa sem dúvida é uma das áreas mais cobiçadas dentro do desenvolvimento de jogos. Se você gosta de jogar vídeo game sem parar essa é a área em que você deve trabalhar.
O testador, como o próprio nome já indica, é o responsável por testar o jogo. Eles passam horas e horas testando os jogos e buscando identificar  bugs e outros possíveis problemas que possam atrapalhar a jogabilidade.
Embora pareça ser uma profissão muito divertida (e de fato é) ser um testador também tem lá as suas desvantagens, eles costuma trabalhar em locais apertados e em um nível que muitos considerariam tedioso, porém graças a eles estamos jogando jogos sem bugs, com bom sistema de combate e com um grau de dificuldade justo.
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Compositor

O compositor é o responsável por criar a atmosfera do jogo através da música. No início dos jogos de vídeo game a música não passava de bip bips e outros sons bem toscos que acompanhavam algumas ações do jogador.
Porém com o avanço da tecnologia dos games se fez cada vez mais necessária a presença de um compositor na equipe de desenvolvedores. Compor uma música para um jogo de vídeo game é completamente diferente de compor uma música para um filme por exemplo.
Normalmente a trilha sonora de um jogo ou é muito curta ou deve ficar se repetindo o tempo todo, essa é uma das limitações que tornam o trabalho do compositor algo de extrema importância.
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Sound Designer

Se o compositor é o responsável por criar a música do jogo o sound designer é o responsável por criar todos os sons do jogo. Você já jogou um jogo com o som desligado? Você vai ver que ele não é a mesma coisa sem os efeitos sonoros.
O sound designer portanto tem uma importância muito grande e contribui para uma maior imersão do jogador dentro do universo do jogo. Ele precisa conhecer muito bem o jogo para o qual está criando para que ele consiga reproduzir corretamente os tipos de sons que irão estar presentes no cenário do jogo.
O trabalho de um sound designer pode parecer fácil se você apenas considerar a reprodução de sons comuns como o abrir de portas ou um copo quebrando, agora tente imaginar ter que reproduzir o som de uma criatura monstruosa de um outro planeta.
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Redator

O redator de uma equipe de design de jogos é diferente de um redator de filmes de cinema. O redator de cinema trazem as ideias iniciais para a história do filme, já o redator de um game normalmente é um freelancer contratado para reescrever a história do jogo pra que ela faça sentido.
Também estão entre as suas responsabilidades escrever alguns diálogos para personagens do jogo, escrever alguns comandos para que sejam fáceis de serem entendidos e escrever material de suporte como por exemplo a biografia dos personagens.
Além de produzir conteúdo textual para o jogo os redatores também podem redigir textos para serem utilizados nas embalagens e outros materiais promocionais do game.
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Concluindo

É isso aí pessoal eu espero que vocês tenham gostado do artigo que compartilhei com vocês hoje ensinando um pouco mais sobre o design de games.
Você curte jogos de vídeo game? Tem interesse em trabalhar com esse ramo do design? Compartilhe com a gente nos comentários.
E antes de me despedir de vocês eu gostaria de convidar a todos para dar uma olhada no meu mais novo trabalho que postei em meu portfólio no Behance onde compartilhei algumas das minhas ilustrações.
E se você quiser conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho e aprender mais sobre design é só me acompanhar pelo FacebookInstagramTwitter e em qualquer outra rede social que vocês me encontrarem. 
Fonte: http://www.designerd.com.br/

4 dicas para driblar os desafios de ser um Freelancer


Quem trabalha por conta própria pode encontrar algumas dificuldades para conseguir novos clientes e fazer um bom gerenciamento do tempo e dos rendimentos.
Sendo assim, separamos algumas dicas para você driblar os desafios de ser um profissional autônomo. Confira:

Seja disciplinado

Defina as horas do dia em que você vai trabalhar e siga à risca o planejamento, mesmo que esteja fazendo um dia lindo lá fora e tudo o que você quer é sair por aí e se divertir.
Lembre-se que o dinheiro só vai entrar se você produzir. Então resista às tentações e coloque o trabalho em primeiro lugar.

Planeje sempre

Um dos principais desafios enfrentados pelos profissionais liberais e autônomos é o fato de não ter um salário fixo todo mês.
Há períodos em que os ganhos são altos e outros em que são muito baixos. Por isso, é fundamental ter planejamento, principalmente financeiro.
Para te ajudar nessa tarefa, recomendamos que você utilize um gerenciador financeiro como oZeroPaper. É um gerenciador financeiro gratuito muito elogiado. Inclusive já falamos sobre ele aqui no blog. Clique aqui para ver nossa matéria sobre a Zero Paper.
Estabeleça uma média aceitável de rendimentos e, sempre que você tiver ganhos acima desta faixa, guarde o restante do dinheiro para os meses em que os ganhos ficarem abaixo do esperado.

Tenha organização

Sem um chefe no pé, pode ser bem difícil para algumas pessoas ficarem atentas aos compromissos que tem que cumprir, clientes que precisam ligar e arquivos que devem ser organizados.
Não deixe de anotar seus compromissos em uma agenda eletrônica, que pode ser acessada de qualquer lugar, e antes mesmo de começar o trabalho escreva tudo o que precisa fazer naquele dia. Assim, você não esquece de realizar nenhuma tarefa importante.

Faça networking

Outro grande desafio enfrentado por profissionais autônomos é conseguir novos clientes.
Mesmo aqueles que trabalham no esquema de home office não podem se dar ao luxo de serem antissociais. Fazer networking e estar sempre em contato com outros profissionais da sua área de atuação é uma excelente forma de conhecer clientes em potencial e buscar novos trabalhos.
Com planejamento, organização e dedicação, alcançar o sucesso como freelancer é questão de tempo. Boa sorte!
Fonte: http://www.designerd.com.br/

Photoshop e Illustrator, quais sãos suas diferenças?

Aparentemente os dois programas parecem muito iguais, afinal, praticamente tudo o que você pode fazer em um você pode fazer no outro e sem problemas, mas o que difere um do outro?
Por questões de branding a interface de todas as ferramentas da Adobe são muito similares umas com as outras, tudo isso para facilitar a compreensão de quem já utiliza e assim aprender com mais facilidade, até ai tudo bem, porém dentre estes programas existem 2 que muitas pessoas pensam que são a mesma coisa seria o Photoshop e o Illustrator.
Eu trabalho já a um bom tempo com estas ferramentas, e quanto mais o tempo passava mais eu me especializava nelas, e uma coisa que aprendi é que praticamente tudo que eu conseguia fazer com o Illustrator eu conseguiria fazer no Photoshop.
Pelo menos na minha área de web design nunca tive problemas com eles, sempre trabalhei com eles em conjunto, a diferença existe entre eles e vou mostrar para você agora!
A diferença mais evidente entre um e o outro é que um trabalha com vetores (Illustrator) e o outro com Matriz (Photoshop), veja como funciona cada funcionalidade:

Vetor (Illustrator)

Quando você cria uma arte no Illustrator ela pode aumentar e diminuir de tamanho sem perder a qualidade, ex: Você pode criar um banner para a web de 728×90 pixels aparentemente ele é pequeno, porém seu banner é vetorizado você pode aumentar este banner para ser impresso em uma lona de mais de 10 metros e por ai vai! Basicamente esta é a principal funcionalidade do Illustrator.

Matriz (Photoshop)

Diferente do Illustrator uma arte feita em matriz não pode alterar o seu tamanho, usando novamente a situação hipotética descrita anteriormente, se caso o banner fosse feito no Photoshop ele não poderia ficar maior, porque não, ele perderia a qualidade. Simples!

Podemos fazer as mesmas coisas com os dois?

Sim, porém cada um tem suas finalidades, basicamente Photoshop por si só é direcionado para criar, editar e tratar imagens, já o Illustrator é melhor utilizar para criar artes para impressão e elementos que sempre precisarão de diminuir e aumentar constantemente como um logotipo.
Para facilitar sua compreensão fiz uma tabela com tipos de serviços mais comuns e qual a ferramenta seria a melhor para você produzir.

Fonte: http://www.bonstutoriais.com.br/

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

8 mitos e verdades sobre o empreendedorismo no Brasil

Quinze anos atrás, a palavra empreendedorismo não estava nem no dicionário. Hoje, deixou de ser uma novidade, com a mídia, universidades e até o governo se posicionando sobre o assunto. Mas ainda há diversas dúvidas e muita coisa para melhorar no ambiente de negócios brasileiro! Por isso, selecionamos alguns mitos e verdades para você entender mais sobre o empreendedorismo no país:
1. O brasileiro sonha em empreender, mas isso não é tudo.
Verdade! A Endeavor perguntou aos brasileiros se prefeririam ser empreendedores ou funcionários: 76% deles sonham em ser donos do próprio negocio, a segunda maior taxa do mundo – atrás da Turquia (82%) e muito à frente dos Estados Unidos (51%) e União Europeia (37%), por exemplo. Mas vontade não é tudo, e na falta de ação o brasileiro perde muito do seu potencial, com só 19% dizendo que pretendem empreender nos próximos cinco anos, atrás dos Estados Unidos, com 20%.
2. Abrir uma empresa em qualquer cidade do Brasil é demorado demais.
Mito! De fato, em muitas cidades se demora muito para abrir uma empresa, às vezes passando dos 100 dias para obter o registro completo, como em São Paulo. Mas há, sim, lugares onde se pode abrir uma empresa em menos de uma semana, como Brasília, Belo Horizonte e São José dos Campos. Como nada acontece por acaso, essas cidades criaram grandes projetos para melhorar a vida das startups locais; curioso? Saiba mais sobre essa história aqui.
3. Falta dinheiro para as empresas e os empreendedores.
Mito! Em um ranking do Fórum Econômico Mundial com 148 países, o Brasil ficou na 30ª colocação quando o assunto é disponibilidade de capital para investir em empresas, bastante acima da média mundial. Mas muitos empreendedores reclamam que esse é o maior obstáculo, e eles não estão tão enganados: apesar de existir, o dinheiro de investimento muitas vezes é difícil de acessar: o país está na 64ª colocação do mesmo ranking internacional, muito abaixo na média. Ou seja, o problema não é a falta de dinheiro, mas o que os empreendedores precisam para acessá-lo, como apresentar muitas garantias e o pagar juros altos.
4. Pagar impostos é coisa para super-herói.
Verdade! Aqui, não estamos nem falando da carga tributária (que também é alta), mas da complexidade burocrática que o empreendedor precisa cumprir para estar com tudo em dia. De acordo com o Banco Mundial, são necessárias 2.600 horas para pagar impostos no Brasil, de longe a taxa mais alta do mundo. E a explicação é simples: de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) são mais de 11.500 normas tributárias por ano. Só um super-herói consegue ficar por dentro de tantas mudanças na lei!
5. O Simples poderia ser ainda mais simples.
Verdade! O Simples, um sistema de pagamento de impostos facilitado para micro e pequenas empresas, é um marco na história do empreendedorismo no Brasil, com muitas conquistas para comemorar. Mas podia ser ainda melhor! Hoje, nem todos os setores, especialmente os prestadores de serviços, podem ser incluídos no sistema. Além disso, mesmo que o Simples reúna oito impostos em um único pagamento, ainda são necessárias obrigações assessórias individuais, aumentando a complexidade do sistema. A boa notícia é que o Governo Federal, em conjunto com esferas nacionais, já tem propostas de melhorias bem encaminhadas.
6. Poucas empresas brasileiras crescem de verdade.
Verdade! O Brasil tem mais de 4,5 milhões de empresas. Mas, dessas, apenas 34.000 (ou 0,7% do total) crescem mais de 20% ao ano, por pelo menos três anos. E elas têm um impacto gigante na economia: em 2011, foram responsáveis por gerar 48,5% dos novos empregos e mais de 10% do valor agregado ao PIB (fonte: Endeavor/IBGE). Imaginem o impacto se tivéssemos 100.000 empresas de alto crescimento no Brasil? Há muitas razões para ainda não alcançarmos esse número, como a falta de preparo dos brasileiros para empreender e a complexidade tributária que o crescimento traz (e que falamos com mais profundidadeaqui).
7. As empresas brasileiras são muito inovadoras.
Mito! Apenas 11% dos empreendedores brasileiros iniciantes dizem que o produto ou serviço que oferecem é inovador, de acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM). É uma das piores taxas do mundo, junto com Bangladesh e Trinidad e Tobago! Um dos problemas é o mercado brasileiro ter restrições às importações, o que deixam empreendedores “confortáveis” (mostramos mais neste artigo), mas eles também precisam ter sonhos maiores: só 10% dos empreendedores planejam contratar mais de cinco pessoas cinco anos depois de iniciar o negócio. Na Turquia, são 59%; no Chile, 36%; nos Estados Unidos, 30%.
8. O empreendedor brasileiro tem muitas opções para se capacitar.
Verdade! Três dos quatro maiores problemas do empreendedor brasileiro estão ligados à falta de conhecimento. Mas a falta de apoio para o empreendedor se capacitar não pode ser uma desculpa! Pode melhorar muito (especialmente a qualidade), é claro, mas organizações como Sebrae, Endeavor, aceleradoras e as próprias universidades têm diversos programas que incentivam empreendedores e potenciais empreendedores. Juliano Seabra, diretor-geral da Endeavor, falou mais sobre isso neste artigo para a Exame.com.
Quanto mais informação e conteúdo o brasileiro tiver sobre o ambiente empreendedor do país, mais ele poderá cobrar por melhorias! E você, concorda com esses pontos? Tem outras dúvidas? Deixe seu comentário abaixo!
Por João Melhado, da equipe de Pesquisa e Mobilização da Endeavor.
Fonte: http://www.endeavor.org.br/
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