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sábado, 28 de junho de 2014

Coisas que aprendi com filmes americanos


Fonte: http://www.quadrinhosacidos.com.br/

5 empresas que mudaram seus logotipos e criaram polêmica


Quando uma empresa decide alterar seu logotipo, é preciso aceitar o risco da não-aceitação por parte do público.
Geralmente tal mudança segue uma elaborada explicação do porquê do novo visual, mas são muitos que não engolem e “xingam muito no Twitter”.
Reclamações de primeiro momento são normais, pois a maioria das pessoas não são favoráveis à mudanças. Porém, existem casos em que, mesmo após algum tempo, as críticas continuam.
No post de hoje selecionamos 5 empresas que tiveram seus novos logotipos criticados pelo público.
Confira:

1) Mercado Livre

mercado-livre-logotipos
Em Maio de 2013 o Mercado Livre contratou a empresa argentina Imaginity, para remodelar seu antigo logotipo, que ganhou um ar mais simples.
Enquanto que o desenho das mãos se cumprimentando foi elogiado por alguns, muitos criticaram a escolha da fonte no logotipo, que – segundo alguns – parece ter sido escolhida às pressas.

2) GAP

gap-logotipos
Quando a GAP apresentou seu novo logotipo, recebeu uma verdadeira enxurrada de críticas e reclamações. A coisa tomou proporções tão grandes que a própria empresa decidiu voltar atrás e continuar usando o antigo.

3) Stock Car

stockcar-logotipos
Por mais imparcial que gostaria de ser, não poderia deixar de citar a verdadeira – desculpem a expressão – cagada que a Stock Car fez ao alterar seu logotipo.
A opinião de muitos é que o novo logo parece mais uma marca de carrinhos de brinquedo do que uma empresa de competição automobilística. Tive que concordar.

4) Windows

windows-logotipos
Ao lançar o Windows 8, a Microsoft decidiu seguir uma linha visual diferente da que estávamos acostumados nas versões anteriores do sistema operacional, fazendo com que alguns derramassem críticas e mais críticas sobre essa decisão.
As principais críticas se referem à cor usada, o azul, que para alguns faz referência à “tela azul” de erro do sistema operacional e também quanto à simplicidade da “janela”.

5) Yahoo

yahoo-logotipos
Após o divertido projeto Yahoo! 30 days of change, onde a cada dia um logotipo diferente era apresentado, finalmente o Yahoo apresentou seu novo logotipo.
Não demorou muito para que as críticas surgissem, principalmente pelo relevo que o logotipo aparenta.
Apesar das críticas, muitas vezes o público acaba acostumando com a nova identidade visual, e se adaptando à mudança.
Fonte: http://www.designerd.com.br/

3 coisas que um designer precisa saber sobre finanças

Para quem trabalha por conta própria, além de ter que lidar com as pressões que todo designer passa, é preciso saber lidar com suas finanças. E é aí que a situação pode parecer complicada.

Mas, se você está nesse mesmo barco, não se preocupe. Entender de finanças pode ser mais fácil do que você imagina. Foi por isso que preparamos esse post com três dicas importantes para você superar essa dificuldade.

1 – Separe finanças pessoais do trabalho.

Pra gerenciar suas receitas e despesas você não precisa de muito, mas é preciso entender que considerar toda grana que entra no mês como um pro-labore pode ser um erro. Não misture finanças pessoais com os seus ganhos profissionais. Grande parte dos novos empresários tem dificuldades nesse quesito. Fazer essa “salada mista” pode complicar seu controle financeiro.

2 – Tenha o controle do que você ganha e gasta.

Tenha em mente que é necessário ter controle de clientes, de despesas e de receitas. Esse é o mínimo de controle que você precisa ter para não gastar mais do que ganha, até porque, de designer pra designer, sabemos que nossa despesa é fixa mas a receita pode variar muito mês a mês.
Muitos designers que trabalham por conta não conseguem responder a simples pergunta “qual o seu salário ?”. É muito bom ver dinheiro entrando na conta, mas ainda melhor é ter o controle de quanto entra. Saber isso o ajudará a controlar melhor seus gastos e planejar melhor o futuro.

3 – Use uma ferramenta a seu favor.

Já citamos aqui no blog, e reafirmamos: uma ótima ferramenta que você pode usar é o ZeroPaper, que além de ser online e fácil de mexer, é grátis. Aliás, “grátis” é uma palavra quase mágica pra quem vive de freelance, não é mesmo?
ZeroPaper possibilita gerenciar sua lista de clientes, para que você tenha o controle de quem já pagou e de quem você ainda irá receber, além de ter outras funcionalidades que servem de muita ajuda para quem tem seu próprio negócio.
Fonte: http://www.designerd.com.br/

Quanto mais megapixels melhor?

A quantidade de megapixels era importante quando as câmeras possuíam entre 1 e 3 megapixels, Havia uma grande diferença entre uma câmera de 1 megapixels e outra de 3 megapixels. Atualmente, a maioria das câmeras digitais tem pelo menos 5 megapixels e a resolução que os megapixels oferecem já é muito boa. Na medida que os megapixels aumentaram a sua importância diminuiu.

O assunto é recorrente, mas tão inevitável e não poderia ser diferente, então tratemos de esclarecer logo todas as dúvidas que alguém possa ter sobre os famosos megapixels, antes de explorar temas mais complexos. Pixel, contração de “picture+element”, nada mais é do que cada um dos pontinhos que compõem uma imagem digital. O prefixo “mega”, assim como define um megahertz como um milhão de hertz, significa que um megapixel contém um milhão de pontinhos. Por ser praticamente o mínimo necessário para uma foto de boa qualidade, acabou virando a unidade de medida de resolução das câmeras digitais.
Com o surgimento das câmeras digitais, ao invés de filmes elas foram projetada com um sensor e a qualidade das imagens eram geradas em pixels. As câmeras com três megapixels eram consideradas adequadas e as de cinco, o sonho de consumo. Hoje, a contagem de megapixels das câmeras compactas, já começa nos dois dígitos, com a maioria dos modelos populares de 2013 trazendo nada menos que 26 megapixels. O que, infelizmente, não é tão bom quanto parece.
Para que você entenda o porque, voltemos aos cinco megapixels “de antigamente”. Com essa resolução já era possível imprimir uma imagem com qualidade fotográfica em tamanho 20 x 30cm, sendo o máximo que a maioria das pessoas costuma precisar. Isso não quer dizer que mais megapixels não sirvam para nada (eles são úteis quando se deseja ampliar só um detalhe de uma foto, por exemplo), apenas que não são estritamente necessários.
O problema é que, além de nem sempre serem necessários, os megapixels adicionais podem piorar a qualidade da imagem capturada – principalmente quando falamos de câmeras pequenas. Menores do que uma unha, os sensores das digitais ultra-compactas andam com muito mais pixels do que o espaço permite, provocando o chamado “ruído” na imagem, sobre o qual falaremos em uma futura coluna.
Para controlar o ruído, os fabricantes têm investido em processadores de imagem capazes de filtrar esses defeitos automaticamente, mas com isso frequentemente acabam comprometendo também a definição da foto. Em outras palavras, uma imagem de 14 megapixels pode ficar com o mesmo nível de detalhe de uma 7 megapixels. Sem falar que as lentes também tem uma definição máxima de captura, há muito excedida nas câmeras mais modestas.
Felizmente, nos últimos dois anos algumas marcas perceberam que os fãs de fotografia não estavam mais caindo no papo marqueteiro das dezenas de megapixels e começaram a equipar seus modelos “para entusiastas” com sensores um pouco maiores e de resolução relativamente menor. Alguns exemplos recentes são a Lumix LX5, da Panasonic; a Coolpix P7000, da Nikon; e a Powershot G12, da Canon – todas topo-de-linha e recém-lançadas, mas com “apenas” 10 megapixels.
Tamanho é documento
O segredo dessas câmeras está em uma outra especificação que devemos nos acostumar a acompanhar, mais até do que o número de megapixels: sua densidade. Uma Nikon Coolpix 5000 de 5 megapixels, usa um sensor de 8,8 x 6,6mm. Dividindo o total de pixels pela área do sensor, obtém-se uma densidade de 8 megapixels por centímetro quadrado. A mais nova ultra-compacta da marca, a Coolpix S80, espremeu 14 megapixels em um sensor de 6,2 x 4,6 mm com densidade de 50 MP/cm² – mais de seis vezes maior e uma fonte certa de ruído!

Enquanto isso, os modestos 10 megapixels da P7000, junto a um sensor maior, resultam em 23 MP/cm², um número bem mais aceitável. E, para quem não se contenta com pouco, uma digital profissional, como a Nikon D3X, pode esbanjar seus quase 25 megapixels sem medo, pois o sensor de tamanho avantajado lhe rende uma densidade de meros 2,8 MP/cm².
Fonte: http://www.revelandoideias.com.br/

sexta-feira, 27 de junho de 2014

A arte em moedas de Andre Levy

Seja para comprar o pão de cada dia, jogar cara ou coroa, pagar o flanelinha ou mesmo para dar a um pedinte, as moedas fazem parte de nossa rotina.
Nelas, geralmente encontramos rostos de figuras históricas na parte de trás, e não raro nos perguntamos: quem é?
Observando isso, o designer brasileiro Andre Levy decidiu dar uma nova cara às moedas, substituindo as figuras históricas por ícones da cultura pop.















Fonte: http://www.designerd.com.br/

Roupas de um casal

Fonte: http://www.quadrinhosacidos.com.br/

Capas de discos famosos no Google Street View

Sabe aquela rua que aparece no fundo da capa do disco de seu cantor favorito? Bem, a equipe de especialistas em Street View do The Guardian decidiu mostrá-la sobre o Google Street View.
Muito curioso sabermos onde discos clássicos de bandas como Led Zeppelin, Oasis, The Beatles, Creedence Clearwater Revival e Pink Floyd tiveram suas imagens de capa fotografadas.


Bob Dylan – The Freewheelin’ Bob Dylan (1963)
Jones Street, West Village, Nova York

Rush – Moving Pictures (1981)
Assembleia Legislativa de Ontário, Toronto, Canadá

Led Zeppelin – Physical Graffiti (1975)
St Mark’s Place, Nova York

Oasis – (What’s the Story) Morning Glory (1995)
Berwick Street, Soho, Londres

Pink Floyd – Animals (1967)
Battersea Power Station, Wandsworth, Londres

Beastie Boys – Paul’s Boutique (1989)
Esquina da Ludlow com a Rivington, Nova York

Creedence Clearwater Revival – Willy and the Poor Boys (1969)
Hollis Street, Oakland, California

The Beatles – Abbey Road (1969)
Abbey Road, Londres

Fonte: http://www.designerd.com.br/

7 currículos criativos e inovadores para se inspirar

Apesar do conteúdo do currículo ainda ser a coisa mais importante, seu formato pode ser um diferencial na hora do recrutador selecionar os finalistas à vaga. Como assim?
É claro que isso não se aplica a qualquer vaga de emprego. Dificilmente alguém que se candidatará a contador, por exemplo, entregará um currículo que foge do padrão. Porém, para vagas criativas, como para designers, ilustradores e afins, o currículo em si pode ser uma ótima oportunidade para mostrar o talento do candidato.

1) Carmem de Andrade






2) Gary Corr







3) Paula Del Mas








4) Paola Martinez-Mercader






5) Jacopo Pulcini






6) Wahib El Younssi






7) Vidar Olufsen






Fonte: http://www.designerd.com.br/
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